Este mês estamos cheio de programações relativas à mulher e às questões de gênero.
É uma boa oportunidade para discutirmos sobre a igualdade de gênero e refletirmos sobre as inúmeras nuances de ser mulher.
Clique aqui, baixe a programação e escolha o evento para prestigiar.
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Programação do mês da Mulher, em Alagoas
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Conheça a Biblioteca Feminista
Hoje me deparei com o site da Biblioteca Feminista, que é parte da Universidade Livre Feminista.
Ainda não naveguei o suficiente pela página, mas achei sua proposta muito interessante.
A função principal da page é apoiar os cursos da Universidade Livre Feminista.
E o legal, é que os textos disponíveis na forma digital não tem restrições de direitos autorais - se bem que reza a boa etiqueta virtual que seja citada a fonte de pesquisa.
Além disso, a página é um centro de documentação estudos para a formação feminista, contendo livros, documentos e textos organizados por sessões e temas.
A pesquisa pode ser feita por palavra-chave.
Fica a dica.
Clique aqui e uma boa viagem literária.
sábado, 29 de setembro de 2012
Livro para download gratuito - ‘O Futuro que as Mulheres Querem’ (publicação da ONU)
A Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres) acaba de lançar em versão digital a publicação “O Futuro que as Mulheres Querem”, em português.
O documento abarca as questões de igualdade de gênero e desenvolvimento sustentável e foi lançada, em inglês, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). O texto compila uma série de indicações e caminhos visando a inclusão social e política das mulheres e a harmonia necessária entre três pilares de sustentabilidade imprescindíveis para o desenvolvimento: econômico, social e ambiental.
Durante a Rio+20, a ONU Mulheres reuniu, pela primeira vez na história, presidentas e primeiras-ministras para fazer um chamado a ações concretas para a integração plena das mulheres no desenvolvimento sustentável. O texto na íntegra do Chamado à Ação também está disponível no documento.
Fonte: Nações Unidas no Brasil
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Capacitação para Profissionais de Atendimento à Mulher Vítima de Violência
Capacitação para Profissionais de Atendimento à Mulher Vítima de Violência
Local: Centro de Convenções
Datas: 10,11 e 12 de Setembro de 2012 ( Segunda, Terça e Quarta)
Dados para Inscrição: Nome Completo, CPF, Email, Telefone, Função e Órgão.
Almoço e Coffe Break fornecidos pelo projeto.
Entrega de Certificado ao final do evento
OBS: Enviar os dados dos profissionais interessados em participar do evento para a Incrição para o email:CAPSECRETARIADAMULHER@GMAIL.COM até o dia 10 de agosto
Informações: Soraya e Sarah pelo telefone 3315-7228
Realização: Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos, em Parceria com a Secretaria de Políticas para a Mulher-SPM.
Datas: 10,11 e 12 de Setembro de 2012 ( Segunda, Terça e Quarta)
Dados para Inscrição: Nome Completo, CPF, Email, Telefone, Função e Órgão.
Almoço e Coffe Break fornecidos pelo projeto.
Entrega de Certificado ao final do evento
OBS: Enviar os dados dos profissionais interessados em participar do evento para a Incrição para o email:CAPSECRETARIADAMULHER@GMAIL.COM até o dia 10 de agosto
Informações: Soraya e Sarah pelo telefone 3315-7228
Realização: Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos, em Parceria com a Secretaria de Políticas para a Mulher-SPM.
Local:
Maceió - AL, Brasil
terça-feira, 3 de julho de 2012
Em Goiás, leite materno se encontra contaminada por agrotóxicos.
Nesta tarde, na Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados, foi realizada audiência pública para tratar da constatação da presença de agrotóxico em 100% do leite materno analisado pela
Universidade Federal de Mato Grosso, entre fevereiro e julho do ano passado, nas mulheres do município de Lucas do Rio Verde, localizado na
Região Norte do Estado. O referido
município é referência em produção de grãos na Região Centro-Oeste.
Não se trata, aqui, de promover a apologia à proibição do uso de tecnologia e de
insumos; e sim de uma reflexão sobre a possibilidade de adoção de formas menos agressivas de manejo do solo e mais harmônicas de promover
os necessários tratos culturais.
Em
tempos de Rio + 20 – ainda que esta conferência não tenha alcançado o objetivo
que pretendia, de compromissos das grandes potências com o meio ambiente – é indispensável
a realização de discussões sobre formas mais sutis e menos agressivas
de interagir com o meio ambiente e administrar a produção de alimentos.
Para
além de discutir o banimento dos agrotóxicos, o que precisa ser reavaliado é o
seu manejo e as formas de melhor controlar os seus efeitos sobre o meio
ambiente e sobre os seres vivos.
É
intolerável – a bem do crescimento econômico – a contaminação de
rios, lençóis freáticos, trabalhadores, populações de entorno e, agora, de
recém-nascidos, que terão sua formação e desenvolvimento comprometidos pelas
substâncias tóxicas que lhe contaminam pelo alimento mais completo e essencial,
que é o leite materno.
Lembramos,
com pesar, um passado recente, que Alagoas enfrentou, sobre tudo na década de
1990, proveniente da utilização indiscriminada de agrotóxicos, o que marcou de
forma lamentável os trabalhadores do Agreste Alagoano, e suas famílias, que se
dedicavam à agricultura fumageira: o uso do agrotóxico tamaron.
Casos
de depressão e reiterados suicídios foram registrados em número assustador,
entre os trabalhadores que promoveram o manejo desse agrotóxico, a ponto de ser
proibida sua comercialização.
Os
efeitos do referido veneno não se limitou aos trabalhadores, atingindo também
suas famílias, inclusive mulheres e crianças, uma vez que a maioria se dedica à
destalação das folhas de fumo, dentro de suas próprias casas, como forma de aumentar
a renda familiar, atividade por meio da qual igualmente se contaminaram.
O
tamaron marcou de forma tão contundente a região, que seu nome batizou operação
desencadeada pela Polícia Civil de Alagoas, em idos de 2008, para promover
buscas e apreensões de combate ao crime organizado no Estado.
O caso não pode permanecer no estado em que se encontra, eis que em jogo a vida
das pessoas e os destinos do meio ambiente.
A deputada Rosinha da Adefal, tomando conhecimento do caso, se comprometeu em levar o caso ao conhecimento e discussão na Procuradoria Especial
da Mulher, onde é a 1ª Procuradora Adjunta, uma vez que a saúde das mulheres,
principalmente as recém-nascidas, gestantes e nutrizes, se encontra ameaçada.
Marcadores:
criança e adolescente,
meio ambiente,
mulher,
saúde
terça-feira, 19 de junho de 2012
Até 16 de setembro, abertas as inscrições para Prêmio "Construindo a igualdade de gênero e raça"
A oitava edição do Prêmio Construindo a
igualdade de gênero e raça está com inscrições abertas até 17 de
setembro. Artigos científicos, redações e projetos pedagógicos sobre
relações de gênero, mulheres e feminismo podem ser submetidos ao
concurso em cinco modalidades.Podem concorrer estudantes de ensino
médio, graduação, mestrado e doutorado de instituições reconhecidas pelo
MEC, além de escolas públicas ou privadas que desenvolvam projetos
pedagógicos relacionados ao tema.
Os prêmios para os selecionados variam
de 10 mil reais a notebooks, bolsas de estudos do CNPq para
desenvolvimento de projeto na área, a assinaturas anuais de
revistas. Para os jovens do ensino Médio que forem enviar redações, elas
devem ter de duas a quatro páginas, apresentarem título, nome do autor e
endereço da escola. É necessário o preenchimento de ficha de inscrição.
O Prêmio faz
parte do Programa Mulher e Ciência, iniciativa da Secretaria de
Políticas para as Mulheres e do CNPq. Ocorre anualmente, com o objetivo
de estimular o pensamento crítico e produção científica que abordam a
questão das desigualdades existentes entre homens e mulheres no
país. Mais informações nos links abaixo:
Regulamento
Inscrição
Premiação
sábado, 26 de maio de 2012
Primeira Marcha das Vadias em Alagoas - 17 de junho
Descrição da Imagem: desenho do colo e do ventre nus de uma mulher. Fundo vermelho.
No centro, cobrindo o ventre, as informações da marcha das Vadias em Alagoas em letras azuis
Está
marcada para o próximo dia 17 de junho a realização da primeira "Marcha
das Vadias" em Maceió. O evento está programado para as 10h no com
Saída do alagoinha.
O
estado de Alagoas (2º colocado em crimes contra a mulher no Brasil)
levará às ruas sua primeira Marcha das Vadias. O ato pretende reunir
todas as pessoas que se identifiquem com a causa, não tendo um caráter
de participação única de mulheres.
O
movimento se autointitula Marcha das Vadias e é uma articulação
internacional que começou no Canadá quando um policial declarou que se
as mulheres não se vestissem como vadias, elas não seriam estupradas.
Desde então, mulheres e homens do mundo inteiro saem às ruas com o corpo
à mostra pregando que independente da opção de roupa ou de atitude, as
vontades individuais devem ser respeitadas. Acreditam que uma roupa
curta não é um convite ao ato sexual, é uma manifestação pessoal.
A Marcha das Vadias ou Marcha das Vagabundas (em inglês: slutwalk) iniciou-se em 3 de abril de 2011 em Toronto no Canadá e desde então tornou-se um movimento internacional realizado por diversas pessoas em todo o mundo. A Marcha das Vadias protesta contra a crença de que as mulheres que são vítimas de estupro pediram isso devido as suas vestimentas. As mulheres durante a marcha usam roupas provocantes: como blusinhas transparentes, lingerie, saias, salto alto ou apenas o sutiã.
Em janeiro de 2011, ocorreram diversos casos de abuso sexual em mulheres na Universidade de Toronto. Dai então o policial Michael Sanguinetti fez uma observação para que "as mulheres evitassem se vestirem como vadias (sluts, no inglês original), para não serem vítimas". O primeiro protesto levou 3000 pessoas às ruas de Toronto.
Já ocorreu em Toronto, Los Angeles e Chicago, Buenos Aires e Amsterdã,dentre outros lugares. No Brasil já ocorreu em São Paulo, Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Pelotas entre outras.
A primeira Marcha das Vadias no Brasil ocorreu em São Paulo em 4 de junho de 2011, organizada pela publicitária curitibana Madô Lopez. Após o anúncio do evento com a criação de uma página no Facebook, mais de 6000 pessoas confirmaram presença no evento. No entanto, diferentemente das versões em outros países, somente cerca de 300 pessoas compareceram, de acordo com a contagem da Polícia Militar. Neste mesmo ano iniciou-se a manifestação no Recife e Brasília. De acordo com a antropóloga Julia Zamboni, o movimento é feito por feministas que buscam a igualdade de gênero. “Ser chamada de vadia é uma condição machista. Os homens dizem que a gente é vadia quando dizemos 'sim' para eles e também quando dizemos 'não'”, afirmou. “A gente é vadia porque a gente é livre”, destacou. No Brasil, a marcha também chama atenção para o número de estupros ocorridos no país. Por ano, cerca de 15 mil mulheres são estupradas.
Fonte: 4 Cantos e Winkipédia
Em janeiro de 2011, ocorreram diversos casos de abuso sexual em mulheres na Universidade de Toronto. Dai então o policial Michael Sanguinetti fez uma observação para que "as mulheres evitassem se vestirem como vadias (sluts, no inglês original), para não serem vítimas". O primeiro protesto levou 3000 pessoas às ruas de Toronto.
Já ocorreu em Toronto, Los Angeles e Chicago, Buenos Aires e Amsterdã,dentre outros lugares. No Brasil já ocorreu em São Paulo, Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Pelotas entre outras.
A primeira Marcha das Vadias no Brasil ocorreu em São Paulo em 4 de junho de 2011, organizada pela publicitária curitibana Madô Lopez. Após o anúncio do evento com a criação de uma página no Facebook, mais de 6000 pessoas confirmaram presença no evento. No entanto, diferentemente das versões em outros países, somente cerca de 300 pessoas compareceram, de acordo com a contagem da Polícia Militar. Neste mesmo ano iniciou-se a manifestação no Recife e Brasília. De acordo com a antropóloga Julia Zamboni, o movimento é feito por feministas que buscam a igualdade de gênero. “Ser chamada de vadia é uma condição machista. Os homens dizem que a gente é vadia quando dizemos 'sim' para eles e também quando dizemos 'não'”, afirmou. “A gente é vadia porque a gente é livre”, destacou. No Brasil, a marcha também chama atenção para o número de estupros ocorridos no país. Por ano, cerca de 15 mil mulheres são estupradas.
Fonte: 4 Cantos e Winkipédia
Local:
Maceió - AL, Brasil
domingo, 13 de maio de 2012
Jô Soares entrevista Flávia Cintra, sobre o Livro Maria de Rodas
Marcadores:
deficiência cidadania inclusão social,
gênero,
mulher
Local:
São Paulo, Brasil
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Mulheres com deficiência é assunto abordado pela Deputada Rosinha da Adefal, no encontro com a Federação Democrática Internacional de Mulheres
As
mais de 300 participantes do XV Congresso da Federação Democrática
Internacional de Mulheres (FDIM) fizeram uma caminhada das mulheres por uma paz
justa, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
Após a
caminhada, Márcia Campos, presidente da Federação Democrática Internacional de
Mulheres (FDIM), e uma delegação de mulheres, representantes de diversos
países, foram ao Congresso Nacional para entregar um documento com as suas
reivindicações, e sugerir um Projeto de Lei que assegurasse o acesso da mulher ao
mercado de trabalho em todas as categorias profissionais, com o suporte dos equipamentos sociais e
salário igual para trabalho igual, entre homens e mulheres.
Estiveram
presentes líderes e parlamentares de todos os continentes, o Brasil foi
representado pela primeira vice-presidente da Câmara dos Deputados, deputada
Rose de Freitas, a deputada Iriny Lopes, ex-ministra da Secretária de Políticas para Mulheres e a deputada Rosinha da Adefal, procuradora-adjunta
da Procuradoria Especial da Mulher da Câmara dos Deputados.
A
FDIM entregou um documento direcionado ao Parlamento Brasileiro, no qual
afirma
que as mulheres são exploradas e duplamente oprimidas em todos os países
em que
há a forma de produção capitalista. Destacaram como preocupantes,
ainda, a grave crise econômica (com particular efeito sobre a mulheres e
jovens) e a preocupação com os sinais de guerra que
estão se apresentando nas rotas de petróleo e gás natural, como
elementos que vem desfavorecendo a condição da mulher em todo o mundo.
A
representante da delegação da Palestina, a ex-embaixatriz da Palestina no
Brasil, Mayada Abaassi cobrou não só a independência das mulheres nos países, para que elas sejam livres e independentes.
Letícia Montes, da União
Nacional das Mulheres do México, falou da sua preocupação com a baixa qualidade do
ensino em seu país, devido às privatizações nessa área. Finalizou dizendo que “juntas
poderemos mudar o mundo”.
Representantes
de
diversas delegações (Sahara Ocidental, Grécia, Angola, Guiné Biissau,
aÍndia, Chipre, Senegal, Gana, Uruguai, Coréia do Sul, e Brasil) falaram
sobre as conquistas das mulheres em cada país,
mas também lembraram que há muito que fazer para garantir a plena
igualdade de gênero.
Um
país que chamou a atenção de todas, de forma positiva, foi a Angola, que atualmente possui 86
parlamentares mulheres e nove ministras, ao contrário de outros países do
mesmo continente, de forma que a mulher angolana ocupa mais de 45% das vagas no parlamento.
A
deputada Rose de Freitas disse que o momento atual é muito importante
para o
Brasil, pois é a primeira vez que se tem uma mulher presidente, e,
depois 180 anos, a primeira mulher ocupando a mesa diretora da Câmara
dos Deputados. A deputada, 1ª Vice-Presidente da Câmara dos Deputados,
finalizou
parabenizando a todas pelos trabalhos voltados a igualdade de gênero.
A
parlamentar Rosinha da Adefal chamou a atenção das representantes
presentes sobre a
questão das mulheres e meninas com deficiência, que “são duplamente
vulneráveis, pela sua condição”. Solicitou que todas as presentes
levassem para os seus países reflexões sobre a condição da mulher com
deficiência, cuja vulnerabilidade favorece a violência doméstica e o
abuso sexual, além da dificuldade, em razão das questões de
acessibilidade (arquitetônicas, de comunicação e de atitude), em buscar a
proteção dos equipamentos estatais de proteção e de justiça.
Fonte: Assessoria de Comunicação da Liderança do PTdoB na Câmara dos Deputados
Marcadores:
deficiência cidadania inclusão social,
gênero,
mulher,
segurança pública
Local:
Brasília - DF, Brasil
sábado, 14 de janeiro de 2012
O Ministério da Saúde garante a troca, sem custos, de próteses mamárias rompidas
O ministro Alexandre Padilha (Saúde) garantiu que as trocas das
próteses mamárias rompidas das marcas PIP e Rofil serão custeadas
“integralmente” pelos planos de saúde ou pelo SUS.
O suporte, disse, independe de a cirurgia original ter tido fim estético ou reparador. O governo estima que 20 mil mulheres carreguem próteses das duas marcas. Elas devem passar por exames para detectar o rompimento.
Até segunda-feira, 11, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tinha recebido cem comunicações sobre o silicone da PIP, 39 delas informando a ruptura.
A estatística sobre a Rofil não está pronta, mas só na última quinta a agência recebeu quatro reclamações de dor e desconforto relativas à marca pelo seu serviço 0800. O pronunciamento do ministro confirma anúncio feito pela Anvisa na quarta, que chegou a ser contestado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
O suporte, disse, independe de a cirurgia original ter tido fim estético ou reparador. O governo estima que 20 mil mulheres carreguem próteses das duas marcas. Elas devem passar por exames para detectar o rompimento.
Até segunda-feira, 11, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tinha recebido cem comunicações sobre o silicone da PIP, 39 delas informando a ruptura.
A estatística sobre a Rofil não está pronta, mas só na última quinta a agência recebeu quatro reclamações de dor e desconforto relativas à marca pelo seu serviço 0800. O pronunciamento do ministro confirma anúncio feito pela Anvisa na quarta, que chegou a ser contestado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Fonte: Gazetaweb
Local:
Brasília - DF, Brasil
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Mulheres entraram na ciência pela cozinha
A cozinha franqueou a entrada das mulheres no
laboratório científico – o marco da ciência moderna que se transformou
em um espaço eminentemente masculino, onde algumas delas se destacaram a
duras penas em áreas que até então não atraiam a atenção dos homens.
A avaliação foi feita por Ana Maria Alfonso-Goldfarb, professora da
Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, na penúltima edição
do Ciclo de Conferências Ano Internacional da Química – 2011, realizada
em 9 de novembro no auditório da FAPESP com o tema “A contribuição de
Marie Curie para a ciência e um olhar sobre o papel das mulheres
cientistas”.
De acordo com Goldfarb, foi por meio da habilidade de atear e
controlar o fogo para preparar os alimentos – considerada uma atividade
difícil e propriamente feminina – que as mulheres ajudaram a desenvolver
até meados da Idade Média uma série de produtos. Entre eles estão os
primeiros destiladores, extratos, além de perfumes, medicamentos,
pomadas e licores.
“A cozinha era um espaço restrito para a maioria das mulheres. E foi
entre a preparação de caldos e guisados que elas começaram a praticar o
trabalho de laboratório desenvolvendo uma série de produtos que,
posteriormente, passaram a ser utilizados por médicos e botânicos, na
maioria das vezes se apropriando das descobertas femininas e não lhes
atribuindo o devido crédito”, disse.
Segundo a pesquisadora, foi entre os séculos 16 e 17, quando o prelo
se tornou importante e aumentou a circulação dos livros, que a “medicina
da cozinha” ou “química das damas”, como foi denominado esse trabalho
realizado pelas mulheres nos laboratórios-cozinha da época, ganhou maior
importância.
Algumas delas, que tinham mais posses ou importância social,
começaram a publicar livros com seus nomes. Uma delas foi a rainha
Henrietta Maria (1609-1669), da Inglaterra, que financiou a edição do
livro The Queen’s Closet Opened.
Entretanto, essa fase, que durou entre 50 e 60 anos, acabou
justamente no momento em que surgiram os laboratórios, que marcaram a
ciência moderna. “Como decorrência desse fato, as mulheres começam a
voltar discretamente para a cozinha”, disse Goldfarb.
Já no século 18 surgiram os grandes salões literários, onde as
mulheres ditaram o tom. Porém, de acordo com a pesquisadora, elas não
tinham acesso às sociedades científicas ou aos grupos restritos de
cientistas da época, onde a ciência, de fato, era feita.
Em função disso, são raros os exemplos de mulheres que conseguiram
ter algum destaque, ainda que superficial, na ciência realizada nessa
época. Alguns dos poucos exemplos são os da madame Émilie du Châtelet
(1706-1749) e de Marie Anne Pierrete Paulze (1758-1836), a madame de
Lavoisier.
Já entre os séculos 19 e 20 se iniciou o processo de educação
científica feminina nos países saxônicos e anglo-saxônicos a
conta-gotas, quando as primeiras mulheres conseguiram ter acesso aos
colleges. Porém, a maioria que conseguia se formar acabava voltando para
casa frustrada, por não conseguir trabalhar.
Como saída, algumas delas direcionaram suas carreiras para áreas que
estavam passando por uma reformulação de bases ou emergindo, e que
demandavam um trabalho fastidioso de cálculos e observações que não raro
duravam meses. Entre essas áreas estavam a cristalografia, a astronomia
e a radioatividade.
“Foram nessas áreas que sobrou espaço para as mulheres e nas quais
elas foram recebidas, porque tinham que ser abnegadas e dedicadas para
realizar um trabalho duro, pesado e que repelia o sexo masculino”,
explicou Goldfarb.
Não por acaso, Marie Curie (1867-1934) se tornou a primeira mulher a
ser laureada com o Prêmio Nobel de Química, em 1911, e o de Física, em
1903, que dividiu com seu marido, Pierre Curie (1859-1906) e com Antoine
Henri Becquerel (1852-1908), justamente por suas pesquisas sobre
radioatividade.
A filha da cientista polonesa radicada francesa, Irène Joliot-Curie
(1897-1956), tornou-se a segunda mulher a ganhar o Nobel de Química, em
1934, com o marido Frédéric Joliot-Curie (1900-1958), pela descoberta da
radioatividade artificial.
E as outras duas únicas mulheres que receberam o prêmio Nobel de
Química, entre os 159 laureados com a honraria – a egípcia, radicada
inglesa, Doroty Crowfoot Hodgkin (1910-1994) e a israelense Ada Yonath
–, foram premiadas por pesquisas em cristalografia.
Marie Curie
De acordo com Goldfarb, além de Marie Curie, outras mulheres de sua
época foram indicadas ao prêmio Nobel. Porém, a cientista francesa
conseguiu se distinguir das demais e não se tornar mais uma “ilustre
desconhecida” na história da ciência, além de sua genialidade, pela
maneira como conseguiu projetar sua imagem.
“Ela era, de fato, talentosa, abnegada, uma fábrica de ideias, e
soube potencializar isso como poucas mulheres. Ela registrava tudo e
sempre aparece nas fotografias da época atarefada e compenetrada,
observando ou realizando experimentos”, disse Goldfarb.
Além disso, Curie soube escolher os homens certos. O marido, Pierre
Curie, que a conheceu na Universidade de Sorbonne, onde era professor de
física, tinha uma enorme admiração por ela. E seu orientador,
Becquerel, com quem o casal dividiu o Nobel de Física, era uma figura
complacente, que facilitou muito o seu trabalho de pesquisa.
“Ela conseguiu penetrar o núcleo duro da ciência da época, sem
dúvida, pelo trabalho, excelência e dedicação à pesquisa. Mas, também,
com muita estratégia”, avaliou.
A cientista só conseguiu atrair a atenção de Pierre para suas
pesquisas sobre radioatividade quando Gabriel Lippman (1845-1921), que
era supervisor dela em Sorbonne, leu seu primeiro trabalho na Academia
de Ciências de Paris, na qual ela não foi aceita como membro.
O trabalho só foi reconhecido e passou a ser discutido pela
comunidade científica da época quando Pierre assinou juntamente com ela
os resultados.
“Esse reconhecimento científico só ocorreu quando se formou a figura
do casal. E esse fato tem uma relação direta com uma noção de gênero que
havia na época, chamada de complementaridade sexual, que está
relacionada com a longa história do isolamento da mulher das práticas
laboratoriais”, disse Gabriel Pugliese, professor da Fundação Escola de
Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), durante o evento.
Segundo Pugliese, por essa noção de gênero da época, o homem era
vinculado à política, ao espaço público, enquanto a mulher estava
restrita à esfera privada, aos trabalhos domésticos. Uma
complementaridade de funções que está ilustrada na própria forma como
Marie e Pierre Currie dividiram o trabalho de pesquisa sobre a
radioatividade.
Enquanto Marie ficou encarregada de realizar os experimentos para
purificar os elementos radioativos (o trabalho “doméstico”), Pierre foi
incumbido de estudar as radiações emitidas pelas substâncias químicas (o
trabalho de laboratório).
“Isso também tem relação com a noção de laboratório como cozinha, em
que Marie Curie aparece como aquela que faz os experimentos, uma
auxiliar do Pierre, enquanto ele faz o trabalho mais prestigioso de
pensar e cumprir o ofício de chefe do laboratório, procurando recursos e
estabelecendo relações com outros cientistas”, disse Pugliese.
“A intenção dos organizadores do Nobel, na época, era premiar apenas
Becquerel e Pierre, mas esse último, ao saber disso, recusou-se a
receber o prêmio sem dividi-lo com Marie”, disse.
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terça-feira, 4 de outubro de 2011
Congresso Nacional adere ao movimento Outubro Rosa, de alerta ao câncer de mama
Pela primeira vez, um dos maiores símbolos do País será
iluminado de rosa, cor de alerta ao câncer de mama. Neste dia, os colaboradores
da Casa estão convidados a usarem roupas ou acessórios na cor rosa em apoio à
campanha.
O Congresso Nacional vai receber uma iluminação
especial na noite da próxima quarta-feira, dia
5 de outubro. Luzes na cor rosa, que alerta para o câncer de mama no
mundo, vão iluminar os prédios do Senado e da Câmara. A iniciativa, que partiu
do segundo-secretário da Mesa Diretora, deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP),
integra as ações do Outubro Rosa, movimento mundial de mobilização pela
conscientização da detecção precoce do câncer de mama.
O Outubro Rosa chegou ao Brasil em 2008 por iniciativa
da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama -
Femama. O evento prevê atividades ao longo de todo o mês, em várias cidades do
país, onde destaca-se a iluminação de prédios e monumentos históricos na cor
rosa, como o Cristo Redentor e o Santuário Nossa Senhora da Penha, no Rio de
Janeiro.
Palestra - Em Brasília, além da iluminação
inédita do Congresso Nacional, a programação do Outubro Rosa conta com
uma palestra aberta, no dia 6 de outubro, às
9h, no auditório da TV
Câmara, com as médicas Maira Caleffi,
mastologista e presidente da Femama, e a médica do Departamento Médico da Casa,
Salete Rios, que vão abordar a importância do acesso ao
diagnóstico precoce e da agilidade no tratamento. Isso porque, se o câncer de
mama for descoberto no início, pode ter até 95% de chances de cura. As
especialistas também vão mostrar o cenário atual da problemática da doença no
Brasil e as ações globais e locais das 51 associadas da federação.
Neste ano, a campanha nacional do Outubro Rosa é
dirigida não só às mulheres, mas também às pessoas com quem elas convivem,
visando conscientizar sobre a importância da detecção precoce da doença. O
movimento, nacional e mundial, acontece paralelamente em diversos estados
brasileiros e em outros países.
Números da doença - Segundo o Instituto
Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama é a maior causa de óbitos por câncer
na população feminina, principalmente na faixa etária entre 40 e 69 anos. O Inca
estima que este ano cerca de 50 mil mulheres vão ter a doença no país.
Entretanto, é importante enfatizar que as chances de cura também são altas e
chegam a 95%, se a enfermidade for descoberta precocemente.
Femama – É uma associação civil, sem fins lucrativos,
que busca reduzir os índices de mortalidade por câncer de mama no Brasil. Está
presente na maioria dos estados brasileiros por meio de ONGs associadas, atuando
na articulação de uma agenda nacional única para influenciar a formulação de
políticas públicas de atenção à saúde da mama.
ServiçoEvento: Ato de lançamento do
Outubro RosaData: 5 de outubro, quarta-feira
Hora: 18h30
Local: Salão Negro
Hora: 18h30
Local: Salão Negro
Evento: Palestra aberta com as médicas Maira Caleffi (Femama) e
Salete Rios (Demed)
Data: 6 de outubro, quinta-feira
Hora: 9 horas
Local: auditório da TV Câmara
Agência Câmara
Data: 6 de outubro, quinta-feira
Hora: 9 horas
Local: auditório da TV Câmara
Agência Câmara
Local:
Brasília - DF, Brasil
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Seminário "Violência contra as Mulheres em Alagoas" - 27 e 28 de setembro
O Núcleo de Estudos e Pesquisa de Direito, Sociedade e Violência (NDSV),
da Faculdade de Ciências Jurídicas (FADIMA) do CESMAC, promove, nos
dias 27 e 28 deste mês, o seminário sobre Movimento das Mulheres em
Alagoas: Direito e Violência. A atividade conta com mesas redondas,
palestras e debates sobre a temática central. Confira a programação:
Dia 27 (terça-feira) – “A Lei Maria da Penha”
Coordenadora: acadêmica Amanda Goulart
Tema 1: Os serviços policiais e a violência contra mulher
Expositor: acadêmico Erisvaldo Santos
Tema 2: A Lei Maria da Penha: Os Direitos da Mulher
Expositora: professora Stela Cavalcanti
Dia 28 (quarta-feira) – “A Violência Contra a Mulher em Alagoas”
Coordenador: Marcus Vasconcelos
Tema 1: Elementos básicos para combater a violência contra a mulher em Alagoas
Expositora: acadêmica Willyana Monteiro
Tema 2: A violência contra a mulher em Alagoas
Expositora: professora Maria Aparecida da Silva
O Seminário acontece no auditório da Clínica Escola de Farmácia e Biomedicina do CESMAC (em frente à Praça Centenário, no Farol). Será oferecido certificado de 4 h aos participantes.
As inscrições seguem até hoje, segunda-feira (26), e podem ser feitas na Assessoria Acadêmica da FADIMA (antigo NEPE), que fica localizada à Rua Íris Alagoense, no Farol. Os interessados devem levar 1 kg de alimento não perecível no ato da inscrição.
Outras informações pelo telefone (82) 3215-5165. Vagas limitadas.
Fonte: Site Observe Mais
Dia 27 (terça-feira) – “A Lei Maria da Penha”
Coordenadora: acadêmica Amanda Goulart
Tema 1: Os serviços policiais e a violência contra mulher
Tema 2: A Lei Maria da Penha: Os Direitos da Mulher
Expositora: professora Stela Cavalcanti
Dia 28 (quarta-feira) – “A Violência Contra a Mulher em Alagoas”
Coordenador: Marcus Vasconcelos
Tema 1: Elementos básicos para combater a violência contra a mulher em Alagoas
Expositora: acadêmica Willyana Monteiro
Tema 2: A violência contra a mulher em Alagoas
O Seminário acontece no auditório da Clínica Escola de Farmácia e Biomedicina do CESMAC (em frente à Praça Centenário, no Farol). Será oferecido certificado de 4 h aos participantes.
As inscrições seguem até hoje, segunda-feira (26), e podem ser feitas na Assessoria Acadêmica da FADIMA (antigo NEPE), que fica localizada à Rua Íris Alagoense, no Farol. Os interessados devem levar 1 kg de alimento não perecível no ato da inscrição.
Outras informações pelo telefone (82) 3215-5165. Vagas limitadas.
Fonte: Site Observe Mais
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alagoas,
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mulher
Local:
Maceió - AL, Brasil
domingo, 14 de agosto de 2011
Governo lança programa para inserir 100 mil mulheres no mercado de trabalho
O governo lançou o programa Mulheres Mil que pretende formar e inserir 100 mil mulheres no mercado de trabalho até 2014. O Mulheres Mil, que faz parte do Plano Brasil sem Miséria, quer dar acesso à educação profissional a mulheres em situação de vulnerabilidade social, como mães solteiras, ou chefes de família, que não tiveram oportunidade de estudar e nem de ser inseridas no mercado formal. O programa é executado em parceria pelos ministérios da Educação e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e pelas secretarias de Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres.
O Mulheres Mil foi implantado como projeto piloto em 2007, em parceria com universidades canadenses. Por intermédio de 13 institutos federais de educação, ciência e tecnologia, o projeto atendeu mil mulheres em 13 estados do Norte e Nordeste. Agora, será efetivado em todo o país e, ainda neste ano, 100 campi da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica deverão beneficiar 10 mil mulheres com a aplicação do programa.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse que o programa Mulheres Mil é uma ação do ministério que pretende cumprir com o desafio proposto pelo atual governo, o da erradicação da miséria. “Todas as secretarias do Ministério da Educação estão mobilizadas com o Plano Brasil sem Miséria”.
Presente no lançamento do programa, a secretária de Políticas Públicas para as Mulheres, Iriny Lopes, ressaltou a importância da capacitação. “O plano de enfrentamento à miséria identificou 16,2 milhões de pessoas que precisavam de um programa voltado para elas. A maioria dessas pessoas é composta por mulheres, como chefes de família, negras e aquelas em situação de maior vulnerabilidade. Então, o Mulheres Mil dará capacitação para que elas possam entrar no mercado de trabalho”.
A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, explicou a importância do programa. “No Plano Brasil sem Miséria, nós não queremos só levar renda para as famílias, mas também garantir inclusão produtiva e acesso a serviços públicos. O Mulheres Mil vai ser estratégico, qualificando e formando 100 mil mulheres, melhorando a condição de conhecimento e de qualificação profissional delas, para que assim, consigam ter acesso a vagas de emprego”.
Fonte: Correio do Estado
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Conferências de Políticas para as Mulheres em Alagoas - agenda
Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres
Data: 10 de outubro
Contato: conferencia.mulheres.al2011@hotmail.com / (82) 3315-2121
Conferência Municipal de Políticas para as
Mulheres da Capital – Maceió
Data: 05 de setembro
Contato: (82) 8811-5456
Conferências Municipais de Políticas para as Mulheres
Palmeira dos Índios
Data: 10 de agosto
União dos Palmares
Data: 17 de agosto
Penedo
Data: 24 de agosto
Santana do Ipanema
Data: 01 de setembro
Litoral Norte - Maragogi
Data: 13 de setembro
Data: 10 de outubro
Contato: conferencia.mulheres.al2011@hotmail.com / (82) 3315-2121
Conferência Municipal de Políticas para as
Mulheres da Capital – Maceió
Data: 05 de setembro
Contato: (82) 8811-5456
Conferências Municipais de Políticas para as Mulheres
Palmeira dos Índios
Data: 10 de agosto
União dos Palmares
Data: 17 de agosto
Penedo
Data: 24 de agosto
Santana do Ipanema
Data: 01 de setembro
Litoral Norte - Maragogi
Data: 13 de setembro
Está no ar o site da 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres
A partir de hoje (10/8), está no ar o site www.conferenciadasmulheres. com.br, da 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, a ser realizada de 12 a 15 de dezembro, em Brasília.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Transmissão de DST/Aids em caso de violência - para download gratuito
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quinta-feira, 4 de agosto de 2011
ONU e parceiros lançam campanha “Mulheres e Direitos” pelo fim da violência e pela igualdade de gênero
As Nações Unidas e parceiros vão lançar, na sexta-feira, 5, no Rio de Janeiro, a campanha “Mulheres e Direitos”, composta por três filmes para TV sobre a importância da denúncia dos casos de violência contra as mulheres e acionamento do serviço 180 – Central de Atendimento à Mulher.
A campanha tem como objetivo principal contribuir para a conscientização da população com vistas à redução da violência contra a mulher e para a promoção da equidade de gênero e da saúde da mulher. O ato de lançamento acontecerá às 10h30min, no Palácio do Itamaraty, nas presenças da Ministra da Igualdade Racial, Luiza Bairros, de Maria da Penha Maia Fernandes, atores e atrizes dos filmes, representantes da Secretaria de Políticas para as Mulheres, da sociedade civil e do Sistema das Nações Unidas.
As peças são estreladas por Maria da Penha Maia Fernandes, cuja história impulsionou a criação da Lei 11.340/06, de prevenção e erradicação da violência contra a mulher, que completará 5 anos no domingo, 7. O primeiro filme é dirigido aos homens. Os atores Milton Gonçalves e Bernardo Mesquita e o dançarino Carlinhos de Jesus convocam a sociedade a acabar com a violência contra as mulheres. Eles lembram ainda o avanço das mulheres na sociedade brasileira e tomam partido pela igualdade de gênero.
No segundo filme, quatros mulheres – negra, indígena, branca e outra de meia idade – buscam ajuda numa delegacia especializada de atendimento à mulher. A sequência registra o momento em que as mulheres dão um basta à violência e acessam os serviços públicos. Na terceira peça, duas mulheres do Norte do país – uma negra e outra indígena – lavam roupa num rio e conversam sobre os primeiros sinais da violência, quando os homens começam a querer controlar as suas vidas.
A campanha “Mulheres e Direitos” é uma iniciativa da ONU e parceiros: o UNAIDS – Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids, a ONU Mulheres – Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, o UNFPA – Fundo de População das Nações Unidas, o UNICEF – Fundo das Nações Unidas para a Infância, o UNIC Rio – Centro de Informação Pública das Nações Unidas para o Brasil e o Instituto Maria da Penha, com apoio da German Backup Initiative da GIZ. Os filmes foram produzidos pela Documenta Filmes, tendo direção de Angela Zoé e coordenação da [X] Brasil Publicidade em Causas/Daniel de Souza.
Lançamento da campanha “Mulheres e Direitos”
Data: 5 de agosto de 2011 (sexta-feira)
Horário: 10h30
Local: Palácio Itamaraty (Palácio Itamaraty, Av. Marechal Floriano, 196) – Rio de Janeiro/RJ
Contatos com a imprensa:
Valéria Schilling - Assessora de Comunicação UNIC RIO
21-2253-2211 | 21-8202-0171 | valeria.schilling@unic.org Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
As peças são estreladas por Maria da Penha Maia Fernandes, cuja história impulsionou a criação da Lei 11.340/06, de prevenção e erradicação da violência contra a mulher, que completará 5 anos no domingo, 7. O primeiro filme é dirigido aos homens. Os atores Milton Gonçalves e Bernardo Mesquita e o dançarino Carlinhos de Jesus convocam a sociedade a acabar com a violência contra as mulheres. Eles lembram ainda o avanço das mulheres na sociedade brasileira e tomam partido pela igualdade de gênero.
No segundo filme, quatros mulheres – negra, indígena, branca e outra de meia idade – buscam ajuda numa delegacia especializada de atendimento à mulher. A sequência registra o momento em que as mulheres dão um basta à violência e acessam os serviços públicos. Na terceira peça, duas mulheres do Norte do país – uma negra e outra indígena – lavam roupa num rio e conversam sobre os primeiros sinais da violência, quando os homens começam a querer controlar as suas vidas.
A campanha “Mulheres e Direitos” é uma iniciativa da ONU e parceiros: o UNAIDS – Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids, a ONU Mulheres – Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, o UNFPA – Fundo de População das Nações Unidas, o UNICEF – Fundo das Nações Unidas para a Infância, o UNIC Rio – Centro de Informação Pública das Nações Unidas para o Brasil e o Instituto Maria da Penha, com apoio da German Backup Initiative da GIZ. Os filmes foram produzidos pela Documenta Filmes, tendo direção de Angela Zoé e coordenação da [X] Brasil Publicidade em Causas/Daniel de Souza.
Lançamento da campanha “Mulheres e Direitos”
Data: 5 de agosto de 2011 (sexta-feira)
Horário: 10h30
Local: Palácio Itamaraty (Palácio Itamaraty, Av. Marechal Floriano, 196) – Rio de Janeiro/RJ
Contatos com a imprensa:
Valéria Schilling - Assessora de Comunicação UNIC RIO
21-2253-2211 | 21-8202-0171 | valeria.schilling@unic.org Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
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