sábado, 29 de setembro de 2012
Livro para download gratuito - ‘O Futuro que as Mulheres Querem’ (publicação da ONU)
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Igualdade de oportunidades para negros no mercado de trabalho - audiência pública na Câmara dos Deputados
Foram convidados, entre outros, o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade; o presidente da CNC, Antonio José Domingues; o presidente da Confederação Nacional do Sistema Financeiro (Consif), Fabio Colletti; e o diretor de Relações do Trabalho da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Magnus Ribas Apostólico.
terça-feira, 19 de junho de 2012
Até 16 de setembro, abertas as inscrições para Prêmio "Construindo a igualdade de gênero e raça"
Regulamento
Inscrição
Premiação
sábado, 28 de janeiro de 2012
A Câmara dos Deputados vai homenagear Iemanjá no dia 2 de fevereiro
A Frente
Parlamentar Mista em Defesa dos Povos Tradicionais de Terreiro da Câmara
dos Deputados irá promover a Festa de Iemanjá, no próximo dia 2
fevereiro. Neste dia, homenageia-se Iemanjá, principal orixá feminino do
candomblé.
Durante o evento, integrantes da frente irão apresentar um manifesto e lançar o site em defesa dos povos tradicionais de terrei
ro (www. frenteemdefesadosterreiros. com.br). O ato será realizado às 17 horas, no Cafezinho do Salão Verde da Câmara.
A Frente Parlamentar em Defesa dos Povos Tradicionais de Terreiro,
criada ano passado, tem o objetivo de defender a religiosidade
tradicional do povo negro do Brasil, que representa um bem religioso,
cultural e artístico de valor inestimável. A instalação da frente foi
uma iniciativa da Dep. Erika Kokay (PT-DF), Dep. Valmir Assunção
(PT-BA), Dep. Luiz Alberto (PT-BA) e Dep. Jean Wyllys (PSOL-RJ)
Local: Câmara dos Deputados – Cafezinho do Salão Verde
Data: 2 de fevereiro
Hora: 17 horas
Gabinete deputada Erika Kokay: 3215-5203
Sílvia Fernandes: 9214-6890
Fonte: Grupo de discussão do Coletivo de Entidades Negrassábado, 10 de setembro de 2011
Quilombolas do Muquém (União dos Palmares - AL) paralisam rodovia estadual
Mas, vocês já viram alguma manifestação feita dentro do povoado, na sede da associação, do sindicato, dentro dsa escola, ter repercussão e algum resultado?
Infelizmente, enquanto formos tratados como lixo, parece que só chamamos a atenção da sociedade e das autoridades quando incomodamos.
Coloque-se, então, o "lixo" nas ruas, que enquanto ele estiver "embaixo do tapete", nada se fará para resolver o seu caso.
Foi divulgado pelo Tribuna de União que Quilombolas do Muquém, que fica em União dos Palmares, foram às ruas reivindicar melhores condições de moradia, alimentação e acesso aos programas sociais. Ou seja, direitos postos pela Constituição a todos os brasileiros.
Pela notícia, não chegaram a 100, os manifestantes. Mas fizeram bastante barulho, nesta sexta-feira, 9, no trecho da AL-205 – no quilômetro três.
Os manifestantes atearam fogo em galhos de árvore e pneus e exigiram a presença de representantes dos governos estadual, municipal e federal para garantir que as reivindicações sejam atendidas.
A manifestação aconteceu nove dias após a nomeação de nova diretoria da Fundação Cultural Palmares em Alagoas, ligada ao Governo Federal, que desde o último dia 30 está sendo coordenada pela ex-vereadora e atual presidente do PT em União, Genisete de Lucena Sarmento.
Os quilombolas reivindicam a reativação do Programa do Leite e a ampliação das ações de segurança alimentar, com a distribuição de cestas básicas do Programa Brasil Quilombola.
Eles querem ainda a construção de 26 casas através do Programa de Combate à Doença de Chagas, cujos recursos já foram assegurados através da Funasa e agilidade na entrega das casas do Programa da Reconstrução – destinado a vítimas da enchente de junho do ano passado.
Vocês souberam que todos os quilombolas do Muquém tinha sido dada como desaparecida, quando das enchentes do ano passado, e o resgate só conseguiu localizá-los e chegar até eles 24h depois, encontrando toda a comunidade literalmente pendurada nos galhos de uma árvore? Mulheres, crianças de colo, idosos, todos rezando para a danada não cair. E graças aos Deuses, não caiu.
O povo do Muquém também ficou sem ter onde morar. E lá se vai mais de um ano da tragédia, sem que nada tenha sido feito até agora.
Em termos matemáticos, o Muquém vivia em situação de miséria, e conseguiu ficar pior, com as cheias. Nem sequer restabelecer a miséria onde viviam o poder público conseguiu ainda...
O bloqueio da rodovia já trouxe um grande transtorno para a região. Um grande congestionamento foi registrado no local. Policiais do Pelopes acompanharam a movimentação e os quilombolas afirmaram que apenas desbloqueiam a rodovia após a chegada de representantes dos governos.
Fui "fabricada" e criada em União dos Palmares. Só não nasci por lá, porque minha mãe - garota esperta - quando completava os 8 meses de gestação ia embora, como se diz no interior "de mala e cuia" para a capital de Alagoas, Maceió, com receio de precisar de procedimento cirúrgico ou outra espécie de atendimento que no interior não teria acesso.
Saí de União para estudar na capital aos 11 anos de idade. Foi precoce. Mas minha mãe sempre foi "modernosa" e colocou as três filhas para estudar na capital, morando sozinhas, numa época em que isso não existia, e muito embora contra a opinião do resto da família. Foi um fato decisivo para quem eu sou hoje. Obrigada, mamãe (risos).
Mas somente me desliguei de União dos Palmares quando já tinha uns 25 anos, quando minha família já não morava mais lá.
E tenho em minha lembranças o Muquém, quando passeávamos com nosso pai por regiões onde era necessário passar pelas imediações do povoado.
Há 30 anos atrás pobreza era outra coisa, bem mais digna do que a miséria e o abandono do que se vê hoje. Ainda assim, os moradores do povoado conseguiam ser os mais pobres dos pobres da cidade. E isso ficou em minha memória.
Nesse tempo eu não sabia que se tratavam de legítimos herdeiros do legado de Zumbi dos Palmares. Seria irônico, se não fosse um completo desrespeito, ser criado em terras de Palmares e sequer saber da existência dos quilombolas. Mas era isso que acontecia.
Um desrespeito com eles e comigo, que cresci na ignorância de minhas raízes, o que me afeta até hoje.
Nenhuma referência nas escolas. Passávamos por cima do assuntos muito mais levados a decorar o nome de Domingos Jorge Velho, como o homem que restabeleceu a ordem, mas se que fôssemos levados nenhuma vez a refletir sobre quem teria sido Zumbi e o que houve para que se formasse o Quilombo, que parecia ser sinônimo de rebeldia (no mau sentido) e baderna.
E eu pouco sabia deles, a não ser que era o povo pobre que ficava no meio do caminho por onde eu precisava passar.
Já adulta, me deparei com peças de barro do Povo do Muquém em algumas exposições promovidas pelo Sebrae em Alagoas, o que me deixou bastante satisfeita. Era o tal dos arranjos produtivos e da empreendedorismo chegando aos filhos de Quilombo.
Somente em 2007, cansada da minha ignorância e querendo respostas para as indaganções acumuladas em tantos anos de existência, é que comecei a estudar, de verdade, a presença negra no Estado de Alagoas. A história que se guardou embaixo do tapete. O que não está nos livros.
Embora trazendo transtornos a quem não pode, diretamente, solucionar os seus problemas, fiquei feliz - hoje sabendo quem são os Quilombolas do Muquém - de saber que eles levantaram o olhar para o horizonte e foram às ruas mostrar que existem e que são brasileiros.
domingo, 14 de agosto de 2011
Governo lança programa para inserir 100 mil mulheres no mercado de trabalho
Fonte: Correio do Estado
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Conferências de Políticas para as Mulheres em Alagoas - agenda
Data: 10 de outubro
Contato: conferencia.mulheres.al2011@hotmail.com / (82) 3315-2121
Conferência Municipal de Políticas para as
Mulheres da Capital – Maceió
Data: 05 de setembro
Contato: (82) 8811-5456
Conferências Municipais de Políticas para as Mulheres
Palmeira dos Índios
Data: 10 de agosto
União dos Palmares
Data: 17 de agosto
Penedo
Data: 24 de agosto
Santana do Ipanema
Data: 01 de setembro
Litoral Norte - Maragogi
Data: 13 de setembro
Está no ar o site da 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Transmissão de DST/Aids em caso de violência - para download gratuito
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
No ano em que seremos 7 bilhões de pessoas, o Fundo de População das Nações Unidas celebra o Dia Mundial da População com mobilização global por um mundo melhor
Para a íntegra da declaração do Diretor Executivo do UNFPA, Dr. Babatunde Osotimehin, sobre o Dia Mundial da População, clique aqui.
Ulisses Lacava - Fone: (61) 3038.9259 ou (61) 9181.1000 – E-mail: bigaton@unfpa.org
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Bancada feminina da Câmar dos Deputados discutirá mecanismos para estimular eleição de mulheres
A reunião da bancada feminina, coordenada pela deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), com o relator está marcada para as 14 horas no plenário 15.
Fonte: Agência Câmara
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Mãe trabalhadora ainda enfrenta dificuldades no mercado de trabalho
Mas a conquista desse direito, acabou gerando um novo problema para a mãe trabalhadora, já que a estabilidade à gestante foi considerada uma ameaça ao direito do empregador de dispensar suas empregadas. Muitas empresas passaram a exigir atestado negativo de gravidez para as mulheres que ingressavam no emprego ou a comprovação de esterilização, tanto das candidatas ao cargo quanto das empregadas, para a manutenção de seu posto. A Lei 9.029, de 13/04/1995, veio para combater essa prática discriminatória, proibindo expressamente a exigência de atestados de gravidez e esterilização e outras práticas discriminatórias para efeitos admissionais ou de permanência no emprego. Pela Lei, essas práticas são consideradas crime, com pena de detenção de um a dois anos e multa.
Noutro passo, a Lei 11.770/2008, regulamentada pelo Decreto 7.052/2010, prevê incentivo fiscal para as empresas do setor privado que aderirem à prorrogação da licença-maternidade de 120 para 180 dias. Pela Lei, os quatro primeiros meses de licença-maternidade continuarão sendo pagos pelo INSS e os salários dos dois meses a mais ficam por conta do empregador. Atualmente, a licença-maternidade de seis meses é obrigatória no serviço público e opcional na iniciativa privada. Em agosto de 2010, o Senado aprovou a obrigatoriedade da licença-maternidade de 180 dias tanto para o setor privado quanto para o serviço público. O projeto foi encaminhado para votação na Câmara dos Deputados.
No entanto, as ações que chegam à Justiça do Trabalho mineira revelam que, ao lado da legislação que busca proteger a maternidade e o nascituro, existem também as distorções criadas pelo concorrido mercado de trabalho com o intuito de marginalizar a mãe trabalhadora. Um exemplo que ilustra bem essa realidade é a ação julgada pela juíza substituta Sheila Marfa Valério, que atuou na 2ª Vara do Trabalho de Betim. Uma costureira denunciou a conduta abusiva da empresa, que exigia da trabalhadora esforços excessivos durante o período em que ela estava grávida e insistia em ignorar as orientações médicas, mesmo sabendo que a gravidez era de alto risco. Ficou comprovado que a empregadora limitava o uso do banheiro e o consumo de água, a fim de evitar atrasos na produção.
Uma testemunha relatou que, numa ocasião em que a costureira passou mal e procurou por atendimento no ambulatório, o supervisor foi atrás dela e, reclamando da demora, determinou que ela retornasse ao trabalho. Como se não bastasse, a empregada era obrigada a trabalhar durante horas em pé e inclinada, posição totalmente inapropriada para uma gestante. E ainda havia pressão psicológica para fazer horas extras aos sábados, sob pena de perda do emprego. Segundo as testemunhas, a costureira sempre era escalada para limpar 27 ventiladores das máquinas, serviço repudiado por todos os empregados da empresa.
Fonte | TRT 3ª Região - Sexta Feira, 06 de Maio de 2011
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Pelo meu direito de não professar nenhuma fé!
Pelo Direito de não professar fé nenhuma!
Valdemberg Magno do Nascimento Pessoa*
“porque o homem tem medo das alturas celestiais e dos abismos do inferno, do lado esquerdo agourento e do espaço infinito, do para sempre e do nunca mais”
O Auditório do IFRN – Campus Mossoró no dia 13 de maio passado foi palco de um encontro religioso, intitulado Encontro de Estudantes Evangélicos do IFRN – Campus Mossoró, tendo o encontro se iniciado por volta das 19h e se esgotado por volta das 21h30min, segundo relatos dos que presenciaram os animados louvores cantados em despedida.
Não venho aqui me opor a qualquer manifestação religiosa, nem quero me intrometer em questões relacionadas à fé alheia, apesar de saber de antemão que serei mal interpretado em minhas colocações, mas me sinto diretamente atingido pelo teor da palestra proferida dentro do espaço físico da instituição, e entendo que não deve ser o ambiente escolar o lugar para se disseminar idéias, absolutamente subjetivas e inerentes as práticas religiosas de qualquer gênero. Além do mais, essas idéias não são representativas dos interesses institucionais, ou pelo menos daqueles que entendo serem legítimos e particularmente neutros.
Clique aqui, para ter acesso à íntegra do artigo.
* Doutorando, Engenheiro Elétrico, Mestre em Engenharia de Produção, Professor do Curso de Eletrotécnica do Cefet/RN e pai da minha amada filha Beatriz.