Ao todo serão oferecidas 30 bolsas para a criação literária na categoria iniciante, em âmbito nacional, no valor de quinze mil reais cada. O objetivo é promover o desenvolvimento de projetos de criação de romances, contos, crônicas, novelas e poemas. Já para a circulação literária, serão destinadas 20 bolsas no valor de quarenta mil reais, com o intuito de concretizar projetos voltados à promoção e difusão da literatura por meio de oficinas, cursos, contação de histórias e/ou palestras. O projeto tem investimento total de um milhão e duzentos e cinquenta mil reais.
Estão habilitados a concorrer ao edital de Criação Literária pessoas físicas maiores de 18 anos, brasileiros natos ou naturalizados e estrangeiros residentes no país há mais de três anos e que tenham no máximo dois livros de sua autoria publicados com ISBN. Os projetos têm seis meses de prazo para serem realizados, e entre as 30 bolsas concedidas serão selecionadas até três obras para publicação via editora FBN.
Já para o edital de Circulação Literária, podem concorrer pessoas físicas maiores de dezoito anos, brasileiros natos ou naturalizados e estrangeiros residentes no país há mais de três anos. Os projetos deverão ser desenvolvidos no prazo de 06 meses, exclusivamente nos Territórios da Cidadania, e preferencialmente nas regiões Centro-oeste, Norte e Nordeste, apontadas pelo 3º Relatório Retratos da Leitura no Brasil como as de maior necessidade de investimento no fomento à leitura.
Veja aqui a retificação do edital de Criação Literária e aqui a retificação do edital de Circulação Literária
Acesse aqui o edital de Criação Literária e aqui a ficha de inscrição. Clique aqui para baixar o termo de responsabilidade.
Acesse aqui o edital de Circulação Literária e aqui a ficha de inscrição. Clique aqui para download da lista dos Territórios da Cidadania por Região, e aqui para download da lista por Estado. Acesse aqui o Decreto de 25 de fevereiro de 2008, que instituiu o Programa Territórios da Cidadania.
Em caso de dúvida, escreva para bolsacriacaoliteraria@bn.br ou bolsacirculacaoliteraria@bn.br.
Quem somos mulheres de hoje? Mulheres cada vez mais independentes, mas talvez excessivamente independentes, ou oprimidas pela independência. Por isso mulheres maravilhosas, incríveis, criativas, fantásticas, belas, mas sozinhas, aprisionadas por um plano, um projeto de vida construído em reação a opressão a que fomos submetidas. A hora agora nos exige um novo passo: não se trata mais de tomar um l
ugar, mas de criá-lo: qual o lugar de nossa diferença, qual o lugar que nos faz florescer? Precisamos construir um espaço que nos caiba e este espaço deve ser necessariamente complexo, como nosso corpo, nossa potencialidade. A mulher expande pra dentro, mas também explode pra fora em forma de broto, filho criação, invenção. (Viviane Mosé, que capturei no perfil do face de Fábio Santiago)
Descrição da Imagem: foto de um inseto verde, pousado em pedra de mármore branco, conhecido como Esperança.
Tenho comigo uma esperança... Ela é pequena, ainda. É nova. Já habita comigo há alguns dias.. Normalmente é a noite que ela me visita Mas já esteve comigo em algumas manhãs. Em alguns momentos, parece que ela partiu e que não a tenho mais por perto. Não a encontro em lugar algum, embora me ponha a procurar. Mas, para minha surpresa, no dia seguinte, ela está lá de novo. No começo, ficava apreensiva com sua presença. Agora, ela me alegra. O novo e o diferente nos intimidam. De quando em vez, me assusto com essa esperança e até corro dela, com receio de que me alcance e de que tipo de efeito sobre mim, esse contato trará. Mas ela é sutil, elegante e discreta. Parece conhecer de vida muito mais do que eu e não se assusta com o novo. A cada dia vai conquistando minha confiança e me fazendo sentir tranquilidade, a gostar de sua presença em minha vida. Fica comigo, esperança. Fica...
Sim, há alguns dias recebi a visita de uma tettigoniidae, inseto conhecido como esperança. De hábitos noturnos, a esperança produz som semelhante às cigarras.
Com asas que lembram folhas, são insetos herbívoros, mas de convivência pacífica com o homem, uma vez que não atacam lavouras.
Na cultura popular, sua presença traz sorte, de modo que a presença diária dessa esperança em minha casa vem me trazendo lembranças e sensações agradáveis de meu passado e de minha família, no interior das Alagoas.
E o meu, embora bem atribulado, amanheceu leve e cheio de poesia.
Por que? Não sei... Mas vamos ao que interessa:
Minh'alma,
de sonhar-te, anda perdida
Meus
olhos andam cegos de te ver!
Não és
sequer razão de meu viver,
Pois que tu és
já toda a minha vida!
Não vejo nada
assim enlouquecida...
Passo no mundo, meu
Amor, a ler
No misterioso livro
do teu ser
A mesma história
tantas vezes lida!
Tudo no mundo é
frágil, tudo passa..."
Quando me dizem isto,
toda a graça
Duma boca divina fala
em mim!
E, olhos postos em
ti, vivo de rastros:
"Ah! Podem voar
mundos, morrer astros,
Que tu és como
Deus: princípio e fim!..."
Florbela Espanca
Oportunidade cultural em Alagoas também é poesia para os meus ouvidos.
Só sobra hoje para as inscrições. Segue a notícia:
O SESC Alagoas através da Coordenação Artístico-cultural (CARC) e em
parceria com a Faculdade de Letras (FALE/UFAL), lança edital para o
curso “Leitura e expressão corporal”. As aulas serão realizadas no
espaço físico do Teatro Jofre Soares do SESC Alagoas, às terças feiras,
das 14 às 17 horas, no período de 22 de maio a 16 de outubro (com
recesso em julho). O curso busca desenvolver práticas de sensibilização, consciência e
expressão corporal na realização de experiências de leitura em cena
(performática, em voz alta) na sala de aula. Além disso, prioriza a
formação do leitor literário, explorando o corpo e a voz no contato
direto com a obra literária na sala de aula.
Para os responsáveis pela capacitação, a proposta é promover a
consolidação de uma perspectiva teórica aliada a metodologias e práticas
de ensino que tomem a leitura de textos literários como atividade
expressiva e performática. O curso tem como público alvo professores de
língua portuguesa da rede pública de ensino (professores das séries
finais do ensino fundamental e do ensino médio), discentes estagiários
do curso de Licenciatura de Letras e interessados. Inscrições As
inscrições para o curso serão gratuitas e podem ser feitas, no período
de 30 de abril de 2012 a 15 de maio de 2012, no horário de 9h às 18h, de
segunda-feira a sexta-feira, na Unidade SESC Centro, situada na Rua
Barão de Alagoas, 229, Centro. SERVIÇO Curso “Leitura e expressão corporal” Local: unidade SESC Centro Período de inscrições: 30 de abril a 15 de maio Horário: das 9h às 18h Informações: (82) 3326-3133
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete, certamente o instrumento vital da pedagogia moderna, e andava arrecadando opiniões. Suspeitei de saída que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando, às pressas, minha defesa ("Culpa da revisão! Culpa da revisão !"). Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo errado? Não. Então vamos em frente.
Respondi que a linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer "escrever claro" não é certo mas é claro, certo? O importante é comunicar. (E quando possível surpreender, iluminar, divertir, mover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas, e aí é de interesse restrito a necrólogos e professores de Latim, gente em geral pouco comunicativa. Aquela sombria gravidade que a gente nota nas fotografias em grupo dos membros da Academia Brasileira de Letras é de reprovação pelo Português ainda estar vivo. Eles só estão esperando, fardados, que o Português morra para poderem carregar o caixão e escrever sua autópsia definitiva. É o esqueleto que nos traz de pé, certo, mas ele não informa nada, como a Gramática é a estrutura da língua mas sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias conversam entre si em Gramática pura.
Claro que eu não disse isso tudo para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em Português. Mas - isso eu disse - vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão indispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. E tenho com elas exemplar conduta de um cáften profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família nem o que outros já fizeram com elas. Se bem que não tenho o mínimo escrúpulo em roubá-las de outro, quando acho que vou ganhar com isto. As palavras, afinal, vivem na boca do povo. São faladíssimas. Algumas são de baixíssimo calão. Não merecem o mínimo respeito.
Um escritor que passasse a respeitar a intimidade gramatical das suas palavras seria tão ineficiente quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel. Acabaria tratando-as com a deferência de um namorado ou a tediosa formalidade de um marido. A palavra seria a sua patroa ! Com que cuidados, com que temores e obséquios ele consentiria em sair com elas em público, alvo da impiedosa atenção dos lexicógrafos, etimologistas e colegas. Acabaria impotente, incapaz de uma conjunção. A Gramática precisa apanhar todos os dias pra saber quem é que manda.
Mais um espaço para a poesia e a música se encontrarem será lançado em Maceió. O Projeto Palavra Mínima, criado pela COMUSA e que tem o apoio do Projeto Papel no Varal e do Instituto Lumeeiro, trará 15 espetáculos ate o final de 2011, no Teatro Linda Mascarenhas (CEPA)
Na estreia - nesta sexta, 29/7/2011, às 20h - a música de João Albrecht dialogará com a poesia de Ricardo Cabús.
Além de composições suas, como "Mistérios", João Albrecht cantará algumas canções de compositores alagoanos e apresentará, em primeira mão, sua mais nova música, "Um beijo", em parceria com Ricardo Cabús.
Ricardo dirá alguns de seus poemas e traduções de seus livros Cacos Inconexos (Instituto Lumeeiro, 2010) e Estações Partidas (Scortecci, 1994). Dentre elas, Funeral Blues de W.H.Auden, poema que fez parte do filme Quatro Casamentos e Um Funeral (1994).
Funeral Blues
W.H. Auden
Tradução: Ricardo Cabús
Parem todos os relógios, desliguem o telefone,
Evitem o latido do cachorro com um osso suculento,
Silenciem os pianos e com o rufar silencioso do tambor
Tragam o caixão, deixem vir o cortejo.
Deixem aviões circularem gemendo sobre nós
Rascunhando no céu a mensagem ‘Ele Está Morto’.
Coloquem laços de crepe nos pescoços brancos das pombas da praça,
Deixem o guarda de trânsito calçar luvas negras de algodão.
Ele era meu Norte, meu Sul, meu Leste e Oeste,
Minha semana de trabalho e meu domingo de descanso,
Neste sábado, dia 28 de maio, teremos uma Instalação do Papel no Varal no bairro do Jacintinho, em evento promovido pela AMA-JA (Associação dos Moradores do Jacintinho) e AALONG (Associação Alagoana de Organizações Não Governamentais).
A instalação constará de um varal com 100 poemas de 100 autores, dentre eles o Inglês John Donne (ver poema abaixo). O formato Instalação do Papel no Varal tem sido adotado em alguns eventos onde o formato sarau não é adequado, mas espírito da poesia pode permear por/entre as pessoas presentes.
Saudações poéticas,
Ricardo Cabús e Equipe Papel no Varal
Ela chegou sedutora. Lenta, lânguida e deslumbrante. Muito clara e luminosa, atraindo meu olhar pela sua beleza.
Não, não estou falando da lua que se põe linda para todos nós, lá no céu. E, sim, da gatinha vira-latas que minha filha, sorrateiramente, trouxe para casa ontem à noite.
E também não estou falando de “casa”, no sentido literal da palavra. Aquelas moradias espaçosas, em que o sol bate nas plantinhas e há espaço livre a arejado para tudo quanto é lado. “Casa”, no caso, é um apartamento de pouco mais de 70m², onde eu e minha filha – ambas alérgicas - moramos.
A Bia tem 9 anos. E a vida inteira desejou um bichinho de estimação.
O truque do aquário durou pouco. “O peixe não quer brincar comigo”, era uma reclamação constante.
Diante do “fracasso aquático”, fomos presenteadas com um jabuti, que passou a morar na varanda do apartamento. Tudo parecia estar bem. Mas, um certo dia de chuva, quando abri a porta de vidro, percebi o jabuti todo ‘largado’. Em vez de encolhidinho, dentro da carapaça, como costumam ficar, ele estava todo mole. Pernas para fora, cabeça tombada para um lado, boca e olhos abertos. A chuva forte lhe molhando e ele nem se mexia. Pensei que estava morto (nunca vi um jabuti morto. Nem sei como é). Mas quando fui em seu socorro, ele se mexeu. Pensei, “então está deprimido”. Afinal, quem é que vai gostar, em sua sã consciência, de morar em um apartamento apertado e barulhento!? Corri e levei ele para “férias de veraneio” na casa de minha mãe, a avó dele. Ele ficou tão bem, tão ativo, tão bem entrosado, que não tive mais coragem de pegá-lo de volta. Hoje vive feliz, com mais três amigos jabutis, com quem divide muitas farras de alface, feijão, banana e carne (enquanto discutem questões existenciais, na língua dos répteis, tenho certeza).
Em razão da falta de tempo e das nossas alergias respiratórias, sempre neguei a minha filha a possibilidade de ter um cachorrinho ou um gato.
Pedidos comoventes não faltaram. Quando menor, ela até chorava e, quando indagada, respondia: “estou chorando com ‘saudade’ do meu bichinho de estimação”. Com o tempo, percebi que ‘saudade’, significava ‘estou ansiosa, desejosa’, já que nunca tinha tido um.
A Lua chegou enquanto eu recebia uma amiga. Bia tinha passado a tarde nos estacionamentos do prédio, atrás de uma gata – que, até então, não tinha nome – e que estava se escondendo embaixo dos carros. Eu entretida com minha agradável visita, e me chega Bia, querendo um pouco de leite. Até aí, tudo bem. Era uma questão humanitária. Ou melhor: “animalitária”. Não sabia, eu, que a gata já estava a espera do leite na porta do meu apartamento.
Quando percebi, fui lá, com ímpetos de botá-la para correr. Mas era linda... Com características da raça siamesa, gorducha, dengosa, pequenina, olhinhos azuis... sabe o olhar do gato de botas do filme sherek?
Provavelmente é ‘filha do pecado’ de alguma gatinha de boa família que resolveu se liberar da pressão social e “deu” ao primeiro gato vira-latas boêmio e fanfarrão que encontrou na rua.
Seus responsáveis devem ter abandonado a ninhada, provavelmente. Como também se fazia antigamente com os filhos das moças solteiras que engravidavam.
“Não, não podemos”, disse para minha filha.
A minha amiga, que presenciava a cena, disse que foram longos ‘três minutos’ de convencimento e eu mudei de idéia. “Como foi fácil”, dizia enquanto ria da minha cara já de apaixonada. E quanto à história do jabuti, acrescentou: "você já pensou que ele poderia estar relaxando e em harmonia com o universo?"
A Lua Mendonça já amanheceu o dia com nome, sobrenome e caixa de areia. Antes do almoço já estava ganhando seu primeiro brinquedo. Também já gastamos pelo menos a metade da capacidade de um cartão de memória de 2 gigas, com a máquina fotográfica, registrando suas gracinhas.
Mia baixinho, nos chamando, pois quer sentir o nosso calor. É só chegar perto e acariciar o seu pescoço, e ela deita no chão, de barriga para cima e olhos fechados, dando a impressão que todos os seus problemas estão resolvidos. Quando a vida pega, queria ser um gato...
Por medo que eu mude de idéia, Bia está uma filha exemplar, desde ontem. Já lhe deixei claro: “se vou ter trabalho com a Lua, preciso ter menos trabalho com você”, que é para fazer valer a Lei da Compensação. Não que ela já não fosse ótima. Mas, agora, está demais, além de nitidamente mais feliz.
Hoje de manhã deu uns bons espirros. Mas foi antes de chegar perto da Lua. Tomara que tudo dê certo e que a rinite alérgica não nos impossibilite de acolher esse novo membro da família.
Há uns 10 anos tive uma Cadelinha Dush Hund, a Eva Luna. Embora tenha gente que torça o nariz quando digo isso: foi com ela, sim, que eu despertei meu instinto maternal e resolvi trazer a Bia ao mundo.
Desde adolescente penso muito forte em adoção. Pensei nisso, antes mesmo de pensar em ter filhos do meu ventre. Será que o paralelo vai funcionar de novo, e Lua trará para mim a necessidade de que um filho do meu coração aporte em minha vida?
Não sei... nunca me vi em tantas situações inusitadas, como nesses dias que antecedem 2011.
Segundo o mapa astral - que fiz em idos janeiro de 2007 - em 2011 eu estaria tão longe e por caminhos tão inusitados que eu nem me reconheceria.
Dá medo; mas também dá ânsia por viver essa vida nova que se aproxima.
Que venha, 2011, com todas as suas surpresas e aparentes estranhezas. Que venha...
O
Cristo do Corcovado desapareceu, levou-o Deus quando se retirou para a
eternidade, porque não tinha servido de nada pô-lo ali. Agora, no lugar
dele, fala-se em colocar quatro enormes painéis virados às quatro
direções do Brasil, e do mundo, e de todos, em grandes letras, dizendo o
mesmo: UM DIREITO QUE RESPEITE, UMA JUSTIÇA QUE CUMPRA." (José Saramago)
Obra de Socorro Monteiro
Foto de Emanuel Galvão (setembro/2006)
Descrição da Imagem: foto de uma obra em relevo, onde se vê a estrutura do Congresso Nacional, em branco.
Ao fundo, céu azul escuro com nuvens brancas, abaixo, no gramado, a forma de vários corpos, em cores diferentes, contorcidos, como se sentissem dor.
Este blog respeita a diversidade e quer ser visitado por todas as pessoas. Por isso a preocupação com a acessibilidade digital, observando requisitos mínimos que facilitem a navegação por qualquer pessoa (descrição das fotos, escolha das letras escuras, ampliadas e sem sombreamento, fundo de página claro, não utilização aleatória de animações e nem de textos em PDF etc.).