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quinta-feira, 9 de junho de 2011

O amor... ótimo artigo, pela passagem do dia dos namorados

"O amor é como um raio galopando em desafio,
corre fendas, cobre vales, rebolta as águas dos rios.

Quem tentar seguir seu rastro se perderá no caminho,

na pureza de um limão ou na solidão do espinho."

(Faltando um Pedaço, Djavan)

Vinícius de Moraes disse, certa vez, que o amor deve ser infinito enquanto durar. E com toda propriedade, afinal ninguém pensa no final da relação quando se está apaixonado ou mesmo amando loucamente outra pessoa. Como em um bom e tradicional conto de fadas, envelheceremos juntos, lindos e seremos felizes para sempre e aí se estabelece uma das maiores, se não a maior, situação de vulnerabilidade à infecção pelo vírus HIV e outras DSTs: a confiança. 
 
Ela aparece sem fazer alarde, mistura-se às emoções e fluidos até que, entre uma gota de suor e outra alguém sussura: "Vamos tirar a camisinha só um pouquinho? A gente se ama tanto..." E o amor fica a um passo de uma armadilha, como diz Djavan na letra da mesma música, uma das mais profundas expressões do amor que já tive o prazer de escutar e entoar ao banho e nos videokês da vida. Uma armadilha evitável, pois a Vida sempre nos ensina que quanto maior o prazer, maior o risco envolvido.

Mas como manter a mente esperta se o coração está tranquilo? A zona de conforto por nós criada em uma relação de confiança é bem questionável se formos considerar que somos feitos de emoções e desejos, muito mais do que de razão e ponderação. 
 
Quem assistiu ao filme 'Atração Fatal' dos idos anos '80 lembra que Michael Douglas era um bem sucedido advogado que tinha uma senhora casa nos subúrbios, casado com um espetáculo de mulher, pai de uma linda garotinha que tinha um coelhinho branquinho que acabou na panela com pelo e tudo... 
 
E nada disso o impediu de corresponder ao olhar de Glenn Close em um encontro casual numa tarde chuvosa e só foi racionalizar a situação quando estava se levantando da cama dela. Em outras palavras, se a aliança no anelar não proteje nem as nossas testas, o que dirá de um sistema imunológico?

Não tem jeito, quando estamos amando procuramos remover todo e qualquer obstáculo que se interponha entre nós, pombinhos. A gente briga com a família, xinga a mãe, termina amizades e muito, muito antes disso já foi removido o obstáculo físico, a camisinha. 
 
Mesmo quando o casal se percebe vulnerável depois do casamento muitas vezes é feita a seguinte relação de custo X benefício: "Se você sair com alguem lá fora, use camisinha. Não traga doença pra casa.". Como se Michael Douglas, ou qualquer pessoa, tivesse sua atenção voltada para a razão, ele era somente desejo. 
 
Uma piadinha que gosto muito de contar é a de que Deus, no momento da criação do homem, lhe diz:

-Tenho uma boa e uma má notícia para ti, ó, homem!
- Dai-me a boa, Senhor!
- Terás duas cabeças!!
- Uau, que arraso, Senhor... E qual é a ruim?
- Só haverá sangue para uma de cada vez.
É, Djavan, você também tem toda razão quando diz que o amor é um grande raio. E que quem tentar seguir seu rastro pode se perder no caminho. Não foi diferente comigo. Em 1989, após quase toda uma vida de sacanagens e prazeres, fiz o exame e nada constava. Logo após um grande amor que durou apenas alguns meses, eu já não fazia minha trajetória sozinho, hospedava uma espécie que não me abandonou até hoje. 
 
E eu até hoje nem lembro de quem partiu a proposta de tirar a camisinha. Pudera, eu não estava pensando. Estava sentindo. O sangue estava suprindo somente uma cabeça.

Um feliz e seguro Dia dos Namordos para todo mundo!

Beto Volpe (do Blog Carga Viral)

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Quem veio primeiro: o ovo ou a galinha??? Em Alagoas, as drogas levam ao vilipêndio humano, ou o vilipêndio humano leva às drogas???

Foi divulgado pela Secom de Maceió que a "Prefeitura de Maceió, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), se prepara para reforçar, a partir da segunda quinzena de janeiro, a política de assistência a usuários de crack, em situação de rua. Em parceria com as secretarias municipais de Assistência Social (Semas), de Educação (Semed), e Direitos Humanos, Segurança Comunitária e Cidadania (Semdisc), envolvendo também a Guarda Municipal, a SMS ampliará o atendimento a esse público-alvo através do projeto “Fique de Boa!”, que vem atuando no acompanhamento e encaminhamento de moradores e pessoas em situação de rua aos serviços de saúde.
A matéria afirma que em 2011, o atendimento da equipe do projeto – que vinha sendo feito uma vez por semana – passará a ser diário, dentro da perspectiva da política de redução de danos. "Nosso objetivo é abranger o maior número de pessoas com a assistência adequada a cada caso, inclusive com o direcionamento a tratamentos especializados”, afirmou a coordenadora do Programa de Saúde Mental do município, Izolda Dias.
O projeto “Fique de Boa!”atende aproximadamente 80 pessoas, entre crianças,adolescentes, jovens e adultos moradores ou em situação de rua. As gestantes nessa condição também têm sido atendidas pelo projeto, acompanhadas com ações de saúde e monitoradas com as consultas de pré-natal.
Na última ação do projeto, feita em parceria com o Programa Municipal de DST/Aids no último dia 17, foram realizados 155 testes de triagem para herpes simples 1 e 2, Sífilis, Aids, Doença de Chagas, Hepatite B e C e HTLV, numa unidade itinerante do Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA). Os resultados serão entregues em 15 dias e os casos que apresentarem alterações de qualquer natureza serão encaminhados para um pré-teste, para confirmação de diagnóstico e posterior tratamento.
Para implementar as ações definidas para o projeto dentro da política de redução de danos, toda a equipe de trabalho – que inclui ainda os profissionais dos CAPS, além de médicos, psicólogos, terapeutas ocupacionais e assistentes sociais das 7 unidades de referência no município – tem sido preparada por capacitações, seminários e fóruns que abordam as estratégias de Redução de Danos e o papel de cada um nessa nova política.
“Além de mais um Consultório de Rua “Fique de Boa!”, o atendimento será ampliado com a criação de três casas de acolhimento transitório (feminino, masculino e infanto-juvenil) e o novo formato do CAPS AD, que terá atendimento 24h. Com isso, o município de Maceió poderá iniciar 2011 consolidando a assistência nessa área”, reforça Izolda Dias.
Não poderia deixar de divulgar esta matéria. Ainda que em 'ressaca perene' das iniciativas governamentais em políticas públicas, quase todas fracassadas, ainda guardo, lá no fundo do peito, uma esperança juvenil de uma dia voltar a caminhar nas noites frescas de minha Maceió sem medo.
Dizem que o crack está acabando com Maceió.  E me indago, vez por outra, sobre o que estaria acontecendo para que o consumo dessa droga tenha aumentado tão assustadoramente nas Terras Caetés!?
Dizem que é o baixo custo, que permitiu o pobre e o miserável adquiri-la.  Dizem que em tempos de desemprego, envolver-se com o tráfico é uma alternativa para sobreviver; assim como já nos preocupou o jogo do bicho dizem. Dizem que são os tempos depressivos em que vivemos que leva as pessoas ao mundo das drogas...
Não nutro esperanças de que questão tão complexa seja equacionada nesta breve reflexão. Reflito muito mais pelo exercício. E para me diferenciar do delicioso peixe cioba, que comprei hoje após caminhar nas areias desse mel mar cor de pedra preciosa.
O que me preocupa é que venho presenciando se formar, nas rodas de intelectuais e de gestores públicos, a seguinte convicção:  viciados em drogas, os alagoanos estão perdendo seu caráter e sua dignidade para manter o vício. Estão roubando, matando e 'tocando o terror' na cidade, que já cheira a morte e a medo.
Tenho para mim que o 'buraco é mais em baixo', e que a questão é muito mais grave.
 
Em tempos de violência social, prostituição infantil, desemprego, fome, desrespeito, calotes,  impunidade, desigualdades,  ausência de segurança e de saúde, a população alagoana vem buscando nas drogas o alento para  sobreviver  e suportar as suas dores.  De que outra forma um pai encararia a fome de seus filhos?
Temo pelo que parece óbvio: as drogas não levam à degradação social; a degradação social, sob a qual sobrevive - a duras penas - a população alagoana é que leva às drogas. 
Na indagação sobre quem veio primeiro - o ovo ou a galinha - receio que a conclusão nos leve a tomada de consciência de que o problema é bem mais difícil de resolver do que estamos percebendo, até então.  
É o velho e conhecido problema de retaguarda, que os movimentos sociais já conhecem muito bem: tomo as medidas emergenciais. E depois? Tiro uma pessoa das drogas, mas o problema que lhe levou para este mundo permanece. Devolvo-o, lúdico, para o seu barraco sem água e sem energia; devolvo-o para a fome de seus filhos; para a prostituição; para a marginalidade, para o tráfico.  Nada fiz...
Medidas paliativas, como esta anunciada, com orgulho, pela Administração Pública, colaboram em 'apagar o incêndio'. Quanto a isso não há dúvida.  Mas sem que se evite que o incêndio se inicie, permaneceremos andando em círculos no combate ao crack e na luta pela cidadania alagoana.
Alagoas: "ame-a, ou deixe-a logo, antes que seja tarde demais.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Novos casos de HIV/Aids vem diminuindo há quase uma década, segundo relatório da ONU

Segundo um novo relatório das Nações Unidas, as novas infecções por HIV diminuíram quase 20% na última década, e as mortes relacionadas à AIDS diminuíram cerca de um sexto em cinco anos. O texto inclui os dados sobre HIV de 182 países.

Segundo a ONU, os seres humanos estão conseguindo interromper a trajetória da epidemia de AIDS com ações ousadas e escolhas inteligentes. Os investimentos feitos estão recompensando, mas, segundo os pesquisadores, esses ganhos são pequenos. O próximo desafio é como acelerar esse progresso.

Os dados do relatório global sobre a AIDS estimam que, em 2010, 2,6 milhões de pessoas foram infectadas pelo vírus do HIV, em comparação com a estimativa de 3,1 milhões de pessoas infectadas em 1999.

Também, ano passado, cerca de 1,8 milhões de pessoas morreram de doenças relacionadas à AIDS, em comparação com cerca de 2,1 milhões em 2004.

Entre os jovens em 15 dos países mais gravemente afetados, a taxa de novas infecções por HIV caiu mais de 25%. Os pesquisadores acreditam que essa redução foi conduzida pela adoção de práticas sexuais mais seguras por parte dos jovens.

Mas nem todas as notícias são boas. O relatório também mostrou realidades tristes. Mesmo que o número de novas infecções por HIV esteja em declínio, há duas novas infecções pelo vírus para cada pessoa que inicia o tratamento da AIDS.

A África Subsariana também continua a ser a região mais afetada pela epidemia, com 69% das novas infecções por HIV. Em 7 países, principalmente na Europa Oriental e Ásia Central, as taxas de novas infecções por HIV têm na verdade aumentado em 25%. E, na região do Pacífico na Ásia, 90% dos países têm leis que impedem os direitos das pessoas que vivem com HIV.

Além disso, apesar do menor número de novas infecções e mortes relacionadas à Aids, a demanda por recursos continua superando a oferta. A quantia doada por governos na luta contra a AIDS foi menor em 2009 do que em 2008. Segundo a ONU, os declínios em investimentos internacionais vão afetar os países de baixa renda, já que a maioria – quase 90% – conta com o financiamento internacional para seus programas contra a Aids.

Fonte: Hyperscience

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

"ERA UMA VEZ, ALÉM DO ARCO ÍRIS..." - belo texto de Beto Volpi sobre discriminação, deficiência e aids.

Nesta publicação você encontrará um textos de Beto Volpe, originalmente disponível no blog Aids e Deficiência (clique aqui para conhecer), do Instituto de Estudos e Pesquisa Amankay.

Beto é soropositivo para o vírus HIV há 21 anos. Tem mobilidade reduzida pela AIDS há 14. É infectado pela solidariedade há 11.
Seu contato é luiz_volpe@uol.com.br

"... um garoto que percebeu que não era igual aos outros. Seus desejos desde cedo já haviam se manifestado com os amiguinhos e na primeira aula de natação ficou claro que o vestiário seria muito mais do que um lugar para se banhar e trocar de roupas. O problema é que essa criança cresceu ouvindo as chacotas sobre a ‘bicha louca’ do bairro, vendo os programas humorísticos ridicularizarem sua condição. E o pior de tudo, seu desejo era pecado e toda vez que ia à missa podia sentir os olhares acusadores de todos os santos, sinalizando o caminho do Inferno. Mas o desejo era forte demais e, também desde cedo, a opção estava feita: ser feliz. No fundo, essa é a única opção dada a qualquer pessoa de qualquer orientação sexual, ser ou não ser feliz. Eis a questão.

Foi muito estranho quando papai me levou ao vestiário do clube pela primeira vez e eu percebi, aos sete anos de idade, que aquele ambiente seria muito divertido, um dia. Um desejo estranho aflorou, desejo esse que aumentava a cada assídua aula de natação que meu ingênuo pai acreditava ser puro espírito esportivo. Alguns familiares e vizinhos passaram a fazer parte da brincadeira e desde muito jovem eu sabia que era diferente daquilo que era aceito. Todas as referências de pessoas iguais a mim eram negativas e o caminho era um só: o ridículo e a danação. Ser feliz escondido, esse era meu destino. Eu não sabia que tantos cientistas, artistas e guerreiros, personagens da história que eu acabara de aprender na escola eram iguais a mim. Mas sabia que vivia em um país onde a homofobia era a regra e eu era a exceção. A primeira exclusão a gente nunca esquece.

Mas nesse conto de bruxas, pois as fadas são reservadas para os ‘normais’, desgraça pouca é bobagem. A história fica estranha mesmo quando o antagônico se manifesta e o homossexual adquire ou desenvolve alguma deficiência. No meu caso uma mobilidade reduzida que me obriga a usar bengalas há catorze anos. Lembro de um filme onde o filho critica o pai octogenário por ele não usar bengalas, ao que o pai retruca que não irá usar para continuar ‘pegando’ mulheres. E o vovô ta certo, se você quiser reduzir a quantidade de parceiros, sonho de alguns epidemiologistas e gestores, é só usar algum acessório daqueles que não desfilam na Fashion Week. A cabeça do pessoal entra em parafuso, como uma pessoa pode ser detentora de dois estigmas tão fortes e controversos? Ou ele é deficiente e assexuado ou é gay e promíscuo. Um assexuado promíscuo não faz sentido! E assim, dois preconceitos entram em sintonia, não importando o quão antagônicos sejam. O importante é excluir.

Triste vida daquele gay que vivia muito longe, além do arco íris. Aquele cuja deficiência tornou-se castigo na opinião de muitos, uma vez sabida sua orientação sexual. ‘Pois é, o Senhor castiga.’ A exclusão é tamanha que agravos em saúde são quase conseqüências naturais e o HIV, um novo estigma a somar naquela existência de desafios. Desafios que podem ser, porque sempre o são, o ponto de partida para a conquista de um final feliz chamado CIDADANIA. Minha história não foi necessariamente nessa ordem, mas o fato é que tantas exclusões foram o grande motivo para minha inclusão. Para a epidemiologia eu sou um HxHcDHIV+UD. Na linguagem do preconceito, que justifica tanta sigla junta, uma bicha aleijada, aidética e drogada. Para uma correção política, um homossexual com mobilidade reduzida que vive com HIV e é usuário de drogas. Porque ficar careta nessas condições é quase tão difícil quanto as chances de achar um final feliz além do arco íris.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Nova versão de jogo de aids, da Fiocruz. Download gratuito.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) lançou uma versão atualizada do jogo digital Zig-Zaids, cujo objetivo é fornecer informações a jovens sobre o vírus da Aids e doenças sexualmente transmissíveis. O jogo pode ser baixado gratuitamente pela internet.

Desenvolvido pelo Laboratório de Educação em Ambiente e Saúde do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) da Fiocruz, o jogo é indicado para maiores de 12 anos e pode ser utilizado em escolas, no ambiente familiar, em espaços não formais de ensino, nos serviços de saúde e em espaços de lazer.

Segundo a Fiocruz, o conteúdo da nova versão é resultado de um conjunto de análises críticas sobre as limitações das ações restritas à informação biomédica sobre Aids e avaliações sobre o alcance e adequação do material.

O processo de revisão incluiu avaliação em escolas da rede pública de ensino do Estado do Rio de Janeiro e parecer do Ministério da Saúde. Na nova edição há mais informações sobre diagnóstico, dados epidemiológicos e direitos sexuais e reprodutivos de portadores de HIV.

A Fiocruz desenvolve alguns jogos educativos voltados para crianças e adolescentes, como o Jogo da Onda, que procura esclarecer dúvidas e promover reflexões sobre a prevenção da Aids, e o Trilhas, que realiza um passeio cultural e científico pelo Estado do Rio de Janeiro, além de um CD interativo sobre dengue.

A entidade faz doação de cópias do Zig-Zaids para instituições públicas e órgãos da sociedade civil mediante o recebimento de solicitação pelo e-mail zigzaids@ioc.fiocruz.br ou por carta encaminhada à: Fundação Oswaldo Cruz, Pavilhão Lauro Travassos LEAS, sala 22, Avenida Brasil 4.365, 21045-900, Rio de Janeiro - RJ.

Para fazer download do jogo acesse a página: www.fiocruz.br/ioc/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=44

terça-feira, 13 de julho de 2010

IX Congresso Brasileiro de Terapia Familiar, entre 11 e 14 de agosto, em Búzios - RJ

IX Congresso Brasileiro de Terapia Familiar debaterá questões contemporâneas sobre Tempo, Limite e Sexualidade


Jovens violentos, a relação da sexualidade, publicidade e consumo, os deveres da ação do Estado sobre as famílias, as medidas de proteção para crianças em risco, novas relações parentais e casamento homo-afetivo. Estes são alguns dos temas que serão debatidos no IX Congresso Brasileiro de Terapia Familiar, que será realizado em Búzios, no Rio de Janeiro, de 11 a 14 de agosto.

O encontro, organizado pela A ABRATEF - Associação Brasileira de Terapia Familiar e pela ATF-RJ - Associação de Terapia Familiar do Rio de Janeiro, terá como eixos temáticos Tempo, Limite e Sexualidade, e deverá reunir 1,2 mil pessoas, entre palestrantes internacionais, terapeutas de todo o território nacional, acadêmicos e estudantes de diversas áreas.


Eventos integrados

Paralelamente ao Congresso, serão realizados dois eventos: o Encontro Latino Americano de Terapeutas Familiares será no dia 11, pela manhã, antes da abertura oficial do congresso e contará com a presença de terapeutas familiares internacionais, que debaterão suas idéias com terapeutas latino-americanos. Já o IV Encontro de Pesquisadores acontece à tarde e vai apresentar pesquisas de todo o território brasileiro.


Responsabilidade social e comunidade

O Congresso terá uma ação comunitária junto a entidades e organizações que trabalhamo no atendimento direto de grupos vulnerabilizados, entre eles, a APAE de Búzios, que vai participar da discussão sobre "Sexualidade nas pessoas com síndrome de Down", a Fundação Bem-te-vi, o Crer-VIP, a Escola Oliveira Botas e o Grupo Melhor Idade (Associação de Idosos).


Informações para imprensa:
Lilia Giannotti - lilia@dagemacomunicacao.com.br / (21) 2286-7144 /8754-4547
Lise Morosini - lise.morosini@gmail.com / (21) 8885-1486

Fonte: notícia enviada por email por Gleusa Santos

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Seminário Nacional “Aids e Deficiências: aprofundando a relação”

O Amankay - Instituto de Estudos e Pesquisas, em parceria com as entidades: IS – International Service, ONG Apôitchá/PB e a UFPB/Centro de Educação e com apoio do Ministério da Saúde e do Irish Aid realizam o Seminário Nacional em João Pessoa “Aids e Deficiências: aprofundando a relação” nos dias 21 e 22 de Agosto de 2009.

O seminário visa identificar sinergias entre os movimentos de Pessoas com Deficiência e Pessoas Vivendo com HIV/aids e compartilhar experiências regionais e nacionais.

Esperamos 300 participantes do NE, de outros Estados e representantes do exterior. As inscrições são gratuitas e na pauta do evento, além das discussões temáticas teremos: arte-inclusão, práticas integrativas de saúde, exposição de produtos feitos por grupos de geração de renda (ONG’s) e apresentação de painéis e posters.

O evento, de caráter nacional, enfatiza a realidade da Região Nordeste e convida ONGs, ativistas, movimentos sociais, conselhos de direitos, representantes de órgãos governamentais das áreas da Saúde, Educação, Promoção de Direitos e outras para entrar numa grande roda de conversa sobre vulnerabilidades e direitos da pessoa com deficiência e da pessoa vivendo com HIV/AIDS, identificando sinergias e compartilhando vivências e estratégias.

Ele é parte de um processo iniciado em 2006, pelo Programa Nacional de DST/AIDS do Ministério da Saúde e pelo IS – Serviço Internacional que, através de eventos, pesquisas e conferências abriram espaços inéditos para compartilhamento e reflexão, fundamentais para gerar conhecimento e subsidiar a criação de políticas públicas.

Informações e ficha de inscrição visite o blog: www.aidsedeficiencias.blogspot.com

Caso tenham textos sobre essa temática, teremos prazer de publicá-los no blog.
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