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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Mostra Aldeia Sesc 2012 - Inscrições abertas para grupos de artes cênicas


No período de 09 de julho a 09 de agosto, estão abertas as inscrições para grupos de artes cênicas que desejam participar da Mostra Aldeia SESC 2012, que está com início previsto para acontecer de 14 a 23 de setembro de 2012.

A Aldeia SESC é uma mostra não competitiva e tradicional na programação cultural da cidade de Maceió, promovendo produções locais de dança, teatro, circo, performances e intervenções urbanas, com apresentações gratuitas ou a preços populares.

Os participantes receberão ajuda de custo e 100% da bilheteria, quando houver. Já os grupos do interior, além da ajuda de custo terão direito a hospedagem e despesas com alimentação, a serem pagas pelo SESC Alagoas. A programação também será composta por grupos convidados, incluindo a participação de grupos de outros Estados.

O projeto da mostra Aldeia é um desdobramento do Palco Giratório, voltado para a produção local com o intercâmbio de grupos da circulação nacional. Seguindo esse critério, nesta edição haverá a participação do espetáculo “Instantâneos” da Cia. dos Bondrés – RJ.

A mostra se encerra com o Overdoze - virada cultural de 12 horas ininterruptas de intervenções, apresentações musicais, exposições visuais e sessões de cinema.


REGULAMENTO

Para participar, os interessados deverão ler o regulamento e preencher a ficha de inscrição disponíveis em anexo.


SERVIÇO

Inscrições para a Mostra Aldeia SESC Guerreiro das Alagoas
Período: 09 de julho a 09 de agosto
Regulamento e ficha de inscrição disponíveis em anexo
Mais informações: (82) 3326-3133

sábado, 7 de julho de 2012

Cultura, música, poesia, banheiro público limpinho e o que mais valer a pena.

Assistindo a TV Câmara agora há pouco (18h, desse agradável sábado, 7 de julho), fui presentada com o Teatro Mágico, em lindas poesias musicadas que não conhecia, no programa Câmara Ligada.

E as agradáveis surpresas não pararam por aí: discussão sobre cultura independente e o financiamento público para as mídias alternativas e a feliz descoberta da poesia e do trabalho de Marina Mara, que compartilho com vocês logo abaixo.

Pelo que percebi da discussão, Marina desenvolve um trabalho bem interessante denominado Sarau Sanitário, em que cartazes com poemas são fixados em banheiros públicios e outro denominado Parada Poética, em que os cartazes ilustram as paradas de ônibus, numa proposta irreverente e muito interessante, que leva a cultura e a poesia para todos. Eis o poema dáblio-dáblio-dáblio:

"Ficar sem cel não era ficar sem chão na década passada.

O que era o nosso íntimo, o nosso segredo a ser decifrado,

Hoje é débil, é dáblio-dáblio-dáblio.

A superexposição é vitrine, é no monte, é a massa

Bebida em taça de brinde… à e-ngenuidade.

A conexão que nos desconecta de nós mesmos

Acaba por nos, hipnótica-mente, convencer

A baixarmos o software e não baixarmos o Santo,

Digitalizando-nos, deletando nossas mazelas,

Como se delas não precisássemos para lapidação,

Dourando a pílula, a pele e os apelos, quase em pêlos,

Esculpidos por um bisturi online e for free.

Para opinião: senha. Para visitar: perfil,

Enviando abraços não-sonoros sem abraço e sem fio.

Se modernidade servisse para encurtar distância,

E a elegância não passasse a ser artigo de luxo

Em nossas salas de estar, estariam,

Nosso tempo valeria mais cifras e menos cifrões,

Menos textos e mais texturas,

Menos pixels e mais paixões".



Marina Mara

DÁBLIO-DÁBLIO-DÁBLIO (em áudio)

terça-feira, 27 de setembro de 2011

A cidade do Rock não se preparou para receber pessoas com deficiência

Comprar um ingresso para o Rock In Rio significa estar disposto a encarar eventuais contratempos, próprios de um evento que reúne 100 mil pessoas por dia. A recompensa é assistir sua banda favorita de perto ou, pelo menos, numa boa localização. Nem sempre. A área exclusiva para portadores de necessidades especiais é suspensa, mas fica à extrema direita do palco principal, o que prejudica a visibilidade. É comum ver cadeirantes deixarem o local para se misturar à plateia.

- Antes de vir, mandamos um email com dúvidas para a organização. Não recebemos resposta. Chegamos na Cidade do Rock e perguntamos a oito pessoas onde era o lugar para deficientes. Ninguém sabia. Quando enfim descobrimos, foi decepcionante. Vamos ver os shows muito mal. Não custava nada fazer um anexo ao lado da área VIP, que fica em frente ao palco. Minha mulher está revoltada - protestou o paulista Samer Pereira da Silva, que, por conta de uma fratura no tornozelo, está se locomovendo de cadeira de rodas.
Samer também encontrou dificuldades para se movimentar no Terminal Alvorada, na Barra:

- O piso é impraticável, não tem rampas. Tiveram que me levar no colo até o ônibus.
Desinformação e falta de ônibus adaptados são outras críticas dos deficientes. Robson Rodolfo, que veio de São José dos Campos com a mulher e a filha, encontrou os primeiros obstáculos na Rodoviária Novo Rio. Cansado de tentar obter informações sobre como fazer para encontrar um ônibus comum que os levasse à Cidade do Rock, pegou três passagens de R$ 18 num coletivo de turismo.

- Do jeito que o esquema de transportes foi divulgado, achei que ia gastar R$ 2,50 por pessoa, mas ninguém sabia me dizer nada. E mesmo assim, pagando R$ 18 pela passagem, o ônibus não era adaptado. Tive que ser carregado pelo motorista para dentro do coletivo - contou Robson, que elogiou o fato de não precisar enfrentar filas e ter saltado perto da Cidade do Rock.

Fonte: O Globo

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

TV Justiça: Ângela Ro Ro é a convidada do Programa Refrão desta semana

O programa Refrão desta semana recebe um grande nome da música brasileira: Ângela Ro Ro. Sua voz grave e rouca é inconfundível, assim como suas composições consagradas, entre elas, Amor meu Grande Amor, Gota de Sangue e Só nos Resta Viver. À TV Justiça, ela fala sobre um projeto diferente, realizado às quartas-feiras, no Teatro Rival, no Rio de Janeiro: o programa on-line Nas ondas da Ro Ro. É uma espécie de talk show com dois artistas famosos por vez. “Na hora é um show. Eu canto uma música, então chamo o convidado, a gente canta junto, depois ele canta sozinho. E o público fica satisfeito, porque vê vários músicos se apresentando ao mesmo tempo”, explica Ro Ro. 

Ângela também conta detalhes sobre sua carreira e sua vida pessoal: “Em 1999, eu larguei inúmeros vícios – cigarro, drogas e álcool. Peguei isso tudo e joguei fora com 60 quilos de obesidade mórbida. Eu não dependi de ninguém pra isso, porque eu entrei nessa vida empurrada com maus-tratos e calúnias... obviamente a minha autoestima foi lá pra baixo e eu me entreguei a qualquer coisa. Agora, pra essa superação, a arte foi a mola, o amor que eu tenho à música”.

O programa inédito vai ao ar nesta quarta-feira, às 20h. Horários alternativos: quinta-feira, 13h30; sábado, 13h30; domingo, 23h e segunda-feira, 13h30.
Fonte: TV Justiça

Pulsando na levada do coco de roda - show de Jurandir Bozo, no Teatro Deodoro, dia 21 de setembro

Imagem: Jurandi Bozo e sua trupe do Clube do Coco, 
em frente à casa de Achiles Escobar, no Jaraguá, no fim de tarde. 
Peço desculpas aos amigos cegos, mas não tenho conhecimento 
de audiodescrição suficiente para descrever a imagem, cheia de detalhes.

Espetáculo Pros Pés, de Jurandir Bozo, será apresentado no Teatro Deodoro é o Maior Barato desta quarta (21)
Dando continuidade à 12ª edição do projeto Teatro Deodoro é o Maior Barato, a Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas (DITEAL) apresenta na próxima quarta (21) o espetáculo “Pros Pés”, do músico Jurandir Bozo, um dos maiores defensores e divulgadores da cultura popular alagoana, reconhecido em várias partes do país por entidades, artistas e mídia em geral. O espetáculo começa às 19h e os ingressos ainda podem ser encontrados na bilheteria do Teatro Deodoro a R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia-entrada).


Descrição da imagem: Jurandir Bozo, de chapéu e camisa escura, 
empunha seu pandeiro como uma espada, e desafia com o olhar. 
Ao fundo, um edifício histórico do bairro do Jaragua, entre árvores e arbustos.

Pros Pés 

Talvez a maior característica das danças populares alagoanas sejam os trupés. Trupés do Guerreiro, do Coco, as pisadas das Marujadas, da Ciranda e do Baianal. A força rítmica e o vigor das manifestações populares conectadas ao solo com paixão e criatividade fazem um som único que envolve e fascina levantando poeira, assentando barro, pisando o chão.

Pros Pés, é um espetáculo singelo e ousado concebido pelo artista popular Jurandir Bozo, com músicas, em sua maioria, autorais, o artista canta também algumas canções de tradição oral, e aborda em seus arranjos as manifestações da cultura popular na sua forma mais tradicional, mas numa linguagem contemporânea, levando pros pés toda força da cultura popular junto às subjetivas e ousadas nuanças da modernidade, e Trupés tradicionais como Cavalo Manco, Chipapa, Quarenta Arrebatido, e tantos outros passos das danças populares das alagoas sendo colocados numa estética atual da percussão corporal.

Além da beleza e força dos Trupés, o artista levará para o palco a beleza dos desafios de coco e suas cantigas, com as melodias mais elaboradas onde a sofisticação e a simplicidade se fundem, e para isso Bozo convidou alguns amigos para comemorar seus quinze anos de sua carreira, convidados que abrilhantarão ainda mais o show. Vem do bairro do Jacintinho os Cocos de Roda, Xique-Xique, Novos Tempos e Reis do Cangaço, e da Pitanguinha o Coco de Roda Pau-de-Arara, além dos grupos de coco, estarão presentes nomes como: Beto Brito, Eliezer Setton (numa homenagem a Tororó do Rojão), Josenildo de Assis (filho do mestre Verdelinho, que vem para fazer alguns trupes e mostrar o coco de raiz), Fagner Dübrown, Wagner Chaves (Flautista), Wilbert Fialho e Tido Morais (Violonista e percussionista que integravam a extinta banda Poeira Nordestina).

Jurandir Bozo compartilhará o palco com: Arnaud Borges (Violão), Kaw Lima (Violão e Viola de Arco), Samia Miranda (vocal, Caxixi, Ganzá e Trupes), Mirna Araujo (Vocal, Ganzá e Trupes), Fernanda Fazanarro (Vocal, Pandeiro e Trupes), Demétrius Paulino (Vocal, Ganzá e Trupes) Alex Brito (Percussão), Jonatas e Jeferson (Percussão).

Um espetáculo Pros Pés, para os ouvidos, para os olhos e, principalmente, para o coração, pulsando na levada do coco.

Serviço:
Teatro Deodoro é o Maior Barato 12ª edição
Teatro Deodoro
Espetáculo “Pros Pés”
Jurandir Bozo
Quarta, 21 de setembro, 19h
Ingressos: R$ 5,00 (meia) e R$ 10,00 (inteira)
Informações: (82) 3315-5665 / 5656
www.teatrodeodoro.al.gov.br
ascomteatro.blogspot.com
Apoio: Instituto Zumbi dos Palmares
Realização: Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas (DITEAL)

Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas (DITEAL)
Keyler Simões
Assessor de Comunicação
MTB 715/AL
(82) 3315-5656 / 8882-9828
www.teatrodeodoro.al.gov.br
http://ascomteatro.blogspot.com/
Visite nosso perfil no Orkut: Teatro Deodoro

sábado, 11 de junho de 2011

Hoje é aniversário de "Mi Buenos Aires Querido"

Hoje é aniversário da Cidade de Buenos Aires.
Fundada em 1580, esta cidade foi a minha experiência turística mais marcante do ano passado.
Me integrei tanto, que a vontade é de passar uma temporada por lá.
Quem sabe... quem sabe...
Clique aqui para escutar uma apresentação da cidade e a linda música "Mi Buenos Aires querido", com Carlos Gardel.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

ATÉ DEBAIXO D’ÁGUA! O grande encontro da arte alagoana.

ATÉ DEBAIXO D’ÁGUA!
O grande encontro da arte alagoana

Preparem suas galochas, abram seus guarda-chuvas e levem um colete salva-vidas, caso não saibam nadar. Mesmo sob forte chuva e – porque não dizer – por causa dela, um encontro histórico de 25 artistas alagoanos e radicados no estado vai virar realidade nos dois ambientes do Orákulo Choperia, no dia 05 de junho, a partir das 16h, em clima de solidariedade: é o Até Debaixo D’água.

O evento foi idealizado a partir da sugestão de alguns artistas próximos à produtora do show, Ábia Marpin, cuja casa foi surpreendida pela enchente que atingiu dezenas de residências do Riacho Doce, na madrugada de 18 de abril. Diante do prejuízo calculado com a perda de móveis e eletrodomésticos e a tarefa de reconstruir o lar com uma estrutura capaz de resistir a tormentas futuras, seus amigos ofereceram seus talentos para arrecadar o dinheiro necessário para que nunca mais a jornalista ficasse debaixo d’água.

A festa tem também um tom de agradecimento. “A ajuda vai muito além da financeira: este evento é um encontro mágico, sem precedentes. Fico feliz de estar presente, e mesmo que num momento triste e de forma inesperada, ser um dos motivos dessa reunião” confessa Ábia Marpin.

Convocada a reunião das tribos da música caeté, atenderam ao chamado os sambistas – os da nova geração e os da velha guarda –; os batuqueiros dos ritmos afro, do maracatu e do afoxé; a poesia das toadas e das emboladas; os clássicos da MPB que seguem ecoando nos bares da noite alagoana; o bom e velho rock; o reggae; os DJs e uma gama riquíssima de compositores que experimentam do rap ao repente, do forró à música eletrônica. Não poderia ser diferente, este grande encontro vai virar uma festa histórica.

Divididos em dois palcos, as vinte e cinco atrações – mais algumas surpresas – darão inicio à festa às 16 horas, numa bela tarde de domingo, no Orákulo Choperia, Jaraguá. Em sua maioria alagoana, embora contando com alguns ilustres radicados na terrinha, o grupo promete dar o melhor de si pelo melhor dos motivos – afinal, o pessoal da cultura, que já adora fazer festa, também tem o maior jeito para a solidariedade.

Elenco

Fazem parte do “elenco” o Coletivo Afrocaeté, com 40 batuqueiros e três vocalistas (e onde Ábia Marpin também faz parte do grupo); o Quarteto Malacada; o multi-instrumentista Bruno Palagani; a cantora e compositora Pauline Alencar; os sambistas Ibys Maceioh, Igbonan Rocha e Wilma Araújo; Lara Melo; Fernanda Guimarães (Zero82); Elaine Kundera; Kel Monalisa; Júlio Uçá; Raffa Honorato; Guilla; Roberta Aureliano; Mácleim; Cris Braun; Patrícia Polayne; Demis Santana; Vitor Pirralho; os dançarinos do GUESB; Rogério Dias (vocalista do Poesia Musicada no Pandeiro e da Raggamuffin); LAETITIA; Karina Chakras; Eek; Luiz de Assis; Groove Reggae e DJ Fábio K. Ou seja, é também uma grande oportunidade de escutar o melhor da música alagoana pelo melhor precinho camarada: apenas R$ 10.

Apoio

O evento é uma produção da Gata Roxa Arte, Comunicação e Cultura e conta com o apoio do Orákulo Choperia, do site Instigado.com.br,  do boletim Entremeios, da Boibumbarte produções, do Bar da Zil Casa Amarela, da Areia da Praia moda praia e da Sue Chamusca Produções.

Serviço
ATÉ DEBAIXO D’ÁGUA
Dia: 05 de junho de 2011 (domingo), 16h
Local: Orákulo – Jaraguá
Ingressos: R$ 10
Pontos de venda: Stand Sue Chamusca (Maceió Shopping)
                             Zil Casa Amarela (Cruz das Almas)
Informações: 9316-4063 | abia.arte@hotmail.com

Texto com colaboração de Sumaia Villela.
Fotos: divulgação

sexta-feira, 27 de maio de 2011

As Alagoas do cantor Djavan

Quem é alagoano e não é fã do Djavan?
 
Essa matéria está muito legal. Você se sente perto deste ícone alagoano, como se, com ele, batesse um papo na varanda de uma casa à beira-mar.
Fonte: Gazetaweb


Há muitas formas de ver uma cidade. Nos guias de viagem dos nossos dias, por exemplo, elas costumam ter suas qualidades ressaltadas em textos rápidos e imagens deslumbrantes – afinal, é preciso facilitar a vida do viajante, quase sempre apressado em sua missão de conhecer lugares. Mas existem aqueles ‘guias’ que vão além da informação, transformando a consulta numa experiência única, transcendental. É o caso dos guias práticos, históricos e sentimentais pioneiramente concebidos por Gilberto Freyre na segunda metade da década de 30, os quais contemplavam sua Recife natal e a bela Olinda, ali ao lado.
Em 1980, no prefácio à quinta edição de Olinda, Guia Prático, Histórico e Sentimental de Cidade Brasileira, o sociólogo que estudou nossos mais insuspeitos hábitos e costumes avisa que, “por sugestão de amigos”, manteve apenas alguns informes, de sabor “ao mesmo tempo que histórico, sentimental”, na nova versão de sua obra.

AS PRAIAS PREFERIDAS
“Eu tenho uma casa na Barra de São Miguel. [Quando eu vou a Alagoas] ou eu fico na Barra, ou eu vou para Ipioca, para aquelas praias dali. Como tenho duas crianças, gosto de praia que seja tranquila e rasinha... Então eu tenho ido mais para aqueles lados.”

CARDÁPIO FARTO, COM DIREITO A SOBREMESA
“Eu gosto de maçunim, de sururu no coco e de carapeba, porque é o peixe mais delicioso da face da terra. Não tem uma vez que eu vá a Maceió que eu não coma carapeba.”
“Gosto de cocada, daquelas que a gente compra à beira da estrada no sentido do Litoral Sul.”

ENTRE CENÁRIOS E ARQUITETURAS
“Gosto de passear pela orla e pelo Farol, que cresceu muito. Gosto muito de passear pelo Centro da cidade também. Gosto daquela área que envolve a orla, a Jatiúca e a Ponta Verde, e gosto de passear em bairros mais rústicos, com aquele clima de vida bucólica, que ficam mais ao norte de capital, entre Riacho Doce e Paripueira.”
“Em Marechal Deodoro come-se bem, e passear por ali é uma beleza. Gosto de arquitetura colonial... Aquilo para mim é uma festa.”
“Uma região que você não pode deixar de visitar, embora seja mais distante, é a de Penedo, que é uma cidade com o maior acervo colonial do estado. Além de Marechal, que fica a 25 minutos do Centro, e da própria Maceió, que tem milhões de coisas para você desvendar.”

A MACEIÓ DAS MEMÓRIAS
“Maceió, da minha época para hoje, sofreu uma transformação muito grande, o que é natural. E a transformação foi, evidentemente, para melhor. Aqueles bairros como o Pontal e o Vergel do Lago, por exemplo, mudaram muito com a reurbanização. Claro que ainda não é uma coisa definida porque as coisas são feitas muito morosamente.”
“Do ponto de vista da arquitetura, os aparelhos do estado, como viadutos e essas coisas, às vezes não são muito bem projetados. Alguns são anomalias da arquitetura, como aquele que fica perto da antiga rodoviária. São coisas mal projetadas que, às vezes, se destinam apenas a imbróglios políticos, e não servem ao povo.”
“Afora esse tipo de falta de planejamento, Maceió é uma cidade que tende cada vez mais a ter uma cara bastante interessante como cidade urbana. Eu ainda acho uma cidade gostosa de viver.”

Hoje é Dia Nacional da Mata Atlântica.

E eu convido a todos a pegar carona na música A música Matança, de Jatobá, com Xangai e Geraldo Azevedo, que está disponível, como uma homenagem, na Rádio Câmara.  Clique aqui.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Curso: "MÚSICA LTDA: O Negócio da Música para Empreendedores “

Público Alvo: Destinado a cantores, músicos, compositores, produtores e técnicos.
 Objetivos:  Desenvolver conhecimentos e técnicas que possibilitem ao
Participante elaborar o próprio plano de negócio

Conteúdo Programático 

  • Análise de mercado
  • Planejamento estratégico
  • Plano operacional
  • Plano de marketing
  • Plano financeiro
Instrutor: Leonardo S. Salazar. Jornalista e produtor musical. É autor do livro MÚSICA LTDA - O NEGOCIO DA MUSICA PARA EMPREENDEDORES (SEBRAE, 2010). Possui graduação (bacharelado) em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco e pós-graduação (especialização) em Gestão de Negócios pela Faculdade de
Ciências da Administração de Pernambuco. Tem experiência profissional nas áreas de assessoria de imprensa e produção executiva de projetos culturais ligados à música.

Carga horária: 20 h/aula
Período: 06 a 08 de JUNHO de 2011
Horários: Dias 06 e 07 – das 14h00min as 22h00min horas
               Dia: 08 – das 14h00min as 18h00min horas
Local: Sala de Treinamento do SEBRAE- AL.
Inscrição: enviar e-mail cultura@al.sebrae.com.br com os seguintes dados: Nome completo, Endereço completo , nº CPF, Fone e e-mail. Informações: 4009-1653
Vagas Limitadas
Realização: Sebrae-AL/ IZP– Projeto Afina Alagoas e Comusa.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Programa Clube do Choro, na Educativa FM, deste sábado, 8, prestigiai Lamartine Babo e Alcir Pires Vermelho

A primeira edição do “Clube do Choro” de 2011 será dedicada aos compositores Alcir Pires Vermelho e Lamartine Babo. O programa, que vai ao ar neste sábado (8), às 17h, na Educativa FM, faz um passeio pela obra e conta um pouco da história destes dois grandes artistas brasileiros.

Derramei minha saudade e a cidade se acendeu. Por descuido ou por maldade você não apareceu



Nem a Lua, nem o Sol, nem Eu (Lenine)


Hoje eu encontrei a Lua
Antes dela me encontrar
Me lancei pelas estrelas
E brilhei no seu lugar
Derramei minha saudade
E a cidade se acendeu
Por descuido ou por maldade
Você não apareceu
Hoje eu acordei o dia
Antes dele te acordar
Fui a luz da estrela-guia
Pra poder te iluminar
Derramei minha saudade
E a cidade escureceu
Desabei na tempestade
Por um beijo seu
Nem a Lua, nem o Sol, nem Eu
Quem podia imaginar
Que o amor fosse um delirio seu
E o meu fosse acreditar

Hoje o Sol não quis o dia
Nem a noite o luar.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

3º Reveillon dos Músicos Alagoanos

O QUINTAL CONVIDA VOCÊ PARA O 3° REVEILLON DOS MÚSICOS NESTE DOMINGO DIA 09/01/11, A PARTIR DAS 13H.
AS MELHORES ATRAÇÕES DA CIDADE: LUCIANO MARINHO, ALAN BASTOS, TOINHO ANTUNES, ANDREA MORAES, BLUES MASKAVO, CÓDIGO 4, TREM BALLA, ATIBA TAYLOR TRIO, ENTRE OUTROS.

COUVERT: R$ 5,00

O QUINTAL RESTAURANTE, MÚSICA E BAR FICA NA GARÇA TORTA, QUASE EM FRENTE AO RESTAURANTE LUA CHEIA

domingo, 12 de dezembro de 2010

Dia 18 oficina de vivencia e introdução ao Coco de Roda em Maceió!

Das 9h às 12h - Dança: Inicialização ao trupe de coco, atual e tradicional.
Com Josenildo de Assis (filho do Mestre Verdelinho), Magnata (do coco de roda Pau Brasil) e Nilton Rodrigues (do coco de roda Xique Xique)
A oficina pretende aproximar as pessoas da dança do coco de roda, o tradicional, com o pagode de coco e as rodas de trupe ao atual coco de roda e seus passos.
Das 14h às 17h - Percussão: Inicialização ao ritmo do coco através do pandeiro. 
Com Fagner Dubrown (do poesia musicada no pandeiro),  e os monitores: Juliana Barbosa (do Chama Luz), Josenildo de Assis (filho do Mestre Verdelinho) e Jurandir Bozo (artista popular)
A oficina pretende ensinar os primeiros passos dos toques do coco para o pandeiro. Para iniciantes e pessoas que já tenham iniciado o contato com o instrumento (pandeiro). 
Obs.: Recomenda-se levar seu instrumento para oficina ou avisar no ato da inscrição que não tem o instrumento disponível para oficina.

Das 18h30min às 21h- Vivencia as cantigas de coco.
Jurandir Bozo (Artista popular)
A vivencia pretende aproximar as pessoas das cantigas de coco, suas formas ritmos e sonoridades. Além de dicas e macetes para apresentação e interpretação.
Obs.: Não é preciso técnica vocal ou qualquer experiência em canto erudito ou popular.

Onde: Fundação Municipal de Ação Cultural, no Jaraguá, em frente à praça Marcilio Dias, próximo a Capitania dos Portos.
Quanto:R$ 10,00 para cada oficina (quem participar das três, tem desconto).
Como: Inscrições a partir do dia 16 na Fundação de Ação Cultural no Jaraguá. 
Reservas e informações nos fones 8858 0069 e 9925 0602 falar com Jurandir.

Realização: Clube do Coco de Roda
Apoio Fundação Municipal de Ação Cultural.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Nas últimas semanas, bons ventos têm circulado em Maceió e movimentando o consumo e o debate sobre música. 

Depois do II Femufal – Festival de Música da Universidade Federal de Alagoas, do Maceió Jazz Festival, festival que voltou, após 11 anos de interrupção, e do I Comúsica – Encontro Nacional de Pesquisadores de Mídia e Música, o Sesc Alagoas trouxe a Semana da Música, que acontece desde segunda-feira (29) e encerra no próximo domingo (05) com grande show na praia de Jatiúca, no Posto 7. 

O show que promoverá o encontro de grandes nomes da música alagoana está previsto para começar às 18h30 e é uma parceria do Sesc Alagoas com a Prefeitura de Maceió e o projeto Maceió Viva Cultura.

No palco, os cantores Rômulo Melo, Edison Ribeiro (Pica Pau), Ezra Mattivi, Rodrigo Avelino, Josenildo, Toni Augusto, Marcelo Marques (banda Gato Zarolho), Karina Khistian (banda Chakras), Toninho Antunes e Jan Silva interpretam composições próprias e fazem, também, uma homenagem ao mestre Verdelinho, com arranjos elaborados pelos os músicos Edison Ribeiro e Janeo Amorim.

A Semana da Música do Sesc existe há dois anos, como um evento interno realizado para os alunos do curso de música do Sesc. Na sua terceira edição, a Semana da Música cresce, agrega o Comusica – Encontro Nacional de Pesquisadores de Mídia e Música, e abre as portas para todos que fazem e/ou gostam de música em Alagoas. A apresentação encerra com grande show de Júnior Almeida, que lança o álbum Mar do Mundo.

Serviço
Semana da Música do Sesc
Local: Praia de Jatiuca, Posto 7
Horário: 18h30
Data: 05 de dezembro (domingo)
Aberto ao público
Mais informações: 0800 284 2440 e 3326-313

Fonte:Janayna Ávila/Ascom Sesc

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Show de Dydha Lyra no próximo dia 10.

DIa 10 de dezembro tem show de Dydha Lyra em tributo à Nelson Gonçalves.  Será no restaurante panorâmico da Casa da Indústria.
Reservas pelo telefone 9982-9054.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Oficina de Guerreiro com o Mestre "Patrimônio Vivo" Juvenal

Sesc Poço, em Maceió, realiza oficina de guerreiro com o Mestre "Patrimônio Vivo" Juvenal" Aulas acontecem de 22 a 26/11. 
Inscrições gratuitas.

O Sesc Poço fica na Rua Pedro Paulino, 40, Poço – Maceió, AL
Fone: (82) 2123-2440 e 0800 284 2440

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Pastoril invade projeto Engenho de Folguedos nesta quarta, 3.

Nesta quarta-feira, o pastoril Menino Jesus, do bairro da Cambona, abre os trabalhos.

O Engenho de Folguedos, iniciativa da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), que apresenta os diversos movimentos culturais alagoanos, traz neste mês de novembro o projeto “Viva o Natal”, que reúne grupos de pastoril. A primeira apresentação acontece nesta quarta-feira, 3, no pátio do Museu Palácio Floriano Peixoto, a partir das 20h.

O “Viva o Natal” pretende despertar a sociedade para o valor das tradições populares, estimulando a preservação do folguedo (pastoril) como grande tradição natalina, oportunizando e incentivando a criação de novos grupos.

Abrindo os festejos, o pastoril Menino Jesus, do bairro da Cambona, abre a programação do III Encontro de Pastoris. Criado em 1997, por Jeanne D’arc e suas amigas, o grupo pretendia homenagear e relembrar a beleza do Pastoril da Catedral, coordenado por D. Edna Vasconcelos nos anos 80. Após um ano de trabalho, houve um afastamento de suas amigas e o seu esposo, José Vanildo assumiu a coordenação do grupo até hoje.

Segundo Jeanne D’arc, atualmente filhas e sobrinhas, além de amigas fazem parte do grupo. “Com muita amizade, fé em Deus e perseverança, nosso pastoril tem se mantido vivo até hoje. Tenho o prazer e a satisfação de contribuir com a cultura popular alagoana”, ressalta Jeanne.

Durante todo o mês de novembro, a Secult com o apoio da Associação dos Folguedos de Populares de Alagoas (Asfopal), apresentam dois grupos de pastoris toda quarta-feira – sempre grupos da capital e do interior.

O folguedo - O pastoril é um dos mais conhecidos e difundidos folguedos natalinos de Alagoas. É uma fragmentação dos presépios, já conhecidos no século XVI, quando eram dramatizados nos salões da realeza portuguesa. Os presépios foram evoluindo, dando origem aos pastoris, com jornadas soltas, canções e danças religiosas e profanas, acompanhados por instrumentos de corda, sopro e percussão. E, somente, as pastoras acompanham com o auxílio do pandeiro.

Os personagens são a mestra e a contra mestra, encabeçando as cordões encarnado e azul, respectivamente, e a Diana, além as figuras, da cigana, da florista, o velho Simão, a borboleta, os dois pastores e o anjo.

Mas, cada pastoril tem sua beleza particular, variando de acordo com o modo de cada mestre ou coordenado, mas sempre formando cantos faz louvação ao nascimento do menino Jesus.

Fonte: Agência Alagoas

sábado, 30 de outubro de 2010

Vamos começar o final de semana escutando Gardel

Trago para vocês uma sugestão do Twitter Galderbot.
Clique aqui para escutar o tango "Porque soy reo", com Carlos Gardel, hospedado no youtube.
Bom deleite.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Beto Guedes - Como Nunca... linda e saudosa descoberta.

Olha
Quanta estrela
No céu dos olhos dessa moça
Tanto brilho
Quanto fogo

Olha
É como o vento
Varando o céu é como nunca
Como nuvem
Como chuva

Olha
Quanta estrela
No céu dos olhos dessa moça
Tanto brilho
Quanto fogo

Olha é como o vento
O amor que fica é como nunca
Como nuvem
Como os olhos

Luiz Guedes / Thomaz Roth / Murilo Antunes
 
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