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sábado, 30 de julho de 2011

Obesidade: mal da sociedade moderna também atinge o Brasil, é o tema do Repórter Justiça

O Repórter Justiça desta semana mostra que a obesidade atinge cada vez mais brasileiros e que muitos estão recorrendo à cirurgia bariátrica para perder peso e recuperar a saúde.
Pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que o sobrepeso não discrimina sexo e nem idade. Entre crianças de  5 a 9 anos, o índice passa dos 30% e acima dos 20 anos o problema atinge 48% das mulheres e 50% dos homens.

O problema da obesidade ultrapassa a medida da estética. Os riscos para a saúde também pesam e aparecem aí as doenças relacionadas à gordura corporal, como, por exemplo, aumento da pressão arterial, diabetes tipo 2 e apneia do sono. O caminho mais curto para tentar solucionar o problema tem sido a cirurgia bariátrica. Desde 2003, quando foi criada uma política pública no país para portadores de obesidade, até 2010, o número de cirurgias cresceu 150%, segundo o IBGE.

Para equilibrar a balança, os especialistas recomendam aos pais que desde cedo ensinem as crianças a comer de forma saudável e incentivem a prática de exercício físico. Uma lição que também se aprende na escola. A rede pública de ensino do Distrito Federal, por exemplo, mantêm nutricionistas nas unidades de ensino para planejar o cardápio. A iniciativa segue determinação da Lei Federal nº 11.947/2009.

O Repórter Justiça vai ao ar neste sábado, às 21h30, e pode ser visto durante a semana nos horários alternativos (domingo, às 16h; terça, às 13h30; quinta, às 18h; e sexta, às 4h30) e também no Youtube: www.youtube.com/reporterjustica.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

A internet afeta negativamente a nossa capacidade de memória

Um novo estudo confirmou o que provavelmente não era surpresa para os amantes da tecnologia: que a internet afeta nossa memória.

Quantos números de telefone você sabe de cor? Talvez antes da invenção do celular você soubesse alguns, mas agora mal sabe o seu, não é mesmo? 

É um fenômeno comum: as informações hoje são mais fáceis de acessar e são armazenadas por nós em outros lugares, em geral tecnologias, assim nossos cérebros não são obrigados a guardá-las por conta própria.

O novo estudo psicológico confirmou cientificamente esse fenômeno. A pesquisa, liderada pela professora de psicologia Betsy Sparrow, definiu se as pessoas seriam mais ou menos propensas a recordar algo que sabiam que poderiam encontrar em um computador.

Quatro experimentos foram encenados. Em um deles, os participantes digitaram 40 fatos em um computador. Metade deles ouviu que essas informações seriam salvas, enquanto a outra metade ficou sabendo que elas seriam apagadas.

Como os pesquisadores esperavam, a metade que sabia que as informações seriam apagadas foi significativamente mais propensa a lembrar delas do que o grupo que sabia que estariam salvas.
Em outro experimento, os participantes foram convidados a relembrar não só os fatos, mas cinco pastas de cores diferentes que estavam em algum local no desktop de um computador.

Os pesquisadores descobriram que as pessoas eram capazes de recordar as pastas muito facilmente. Nessa experiência, foi explorado um conceito conhecido como “memória transacional”, uma teoria relativamente recente que propõe que os grupos codificam, armazenam e recuperam o conhecimento coletivamente.

Para entender mais fácil, os cientistas explicam desta forma: imagine que você ame futebol. Mas você sabe que seu namorado sabe tudo sobre as regras, então, quando você quer saber algo, você pergunta pra ele, e não se preocupa em lembrar da informação.

Conclusão: o ser humano é um bicho preguiçoso, não?

Fonte: Hyperscience

segunda-feira, 13 de junho de 2011

DOZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ !!!

Chamei pelo meu senso crítico, e fora os itens 10 e 11, vi que estava fazendo todos os demais até ontem. Hoje de manhã, mudei radicalmente o meu ritmo de vida.  E hora depois, este email, rs.
Vamos ver se levo adiante, que é difícil que só, nesses tempos modernos, manter o equilíbrio.


Quando publiquei estes conselhos 'amigos-da-onça' em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo.  As necessidades pessoais e familiares são secundárias.

2 Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes..

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro. (e ferro , enferruja!!. .rs)

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado.. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.

Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.

Atribuído ao Dr. Ernesto Artur - Cardiologista

Fonte: um email de um amigo de trabalho (amigo??? Rs).

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Há 78 anos a droga alucinógena LCD era descoberta

A 16 de abril de 1943, Albert Hofmann descobriu a droga alucinógena LSD. O químico suíço da Sandoz fez a descoberta por acaso, ao aspirar por descuido uma pequena quantidade de pó no laboratório.

O químico suíço Albert Hofmann estava à procura de um estimulante da circulação sanguínea quando se deparou com o fungo do centeio. Este fungo era muito temido na Idade Média como causa de pestes, o que lhe rendeu o nome de "vingança divina". Mas, ao mesmo tempo, sabia- se que ele tinha também efeitos positivos, por exemplo, o de conter hemorragias no parto.

Não foram, porém, as propriedades medicinais e, sim, os efeitos alucinógenos que transformaram o LSD (dietilamina de ácido lisérgico) numa das colunas do movimento hippie dos anos 60. A Sandoz, naturalmente, tentou lucrar com a descoberta, encarregando cientistas para testarem a droga na psiquiatria. O medicamento foi lançado no mercado sob o nome "Delysid", para tratamento de fobias e neuroses, mas com a advertência de que provocava alucinações.

Como pioneiro involuntário, Hofmann não tinha noção da dosagem correta da droga. Ele disse que "os objetos e o aspecto dos colegas de trabalho pareciam sofrer mudanças ópticas. Não conseguindo me concentrar em meu trabalho, num estado de sonambolismo, fui para casa, onde uma vontade irresistível de me deitar apoderou-se de mim. Fechei as cortinas do quarto e imediatamente caí em um estado mental peculiar, semelhante à embriaguez, mas caracterizado por fantasias de imaginação. Com os olhos fechados, figuras fantásticas de extraordinária plasticidade e coloração surgiram diante de meus olhos".

Consumo em massa nos anos 60

Enquanto o resultado do uso psiquiátrico era pouco satisfatório, os das experiências como entorpecente despertaram o interesse dos movimentos alternativos dos anos 60. E não só isso: já em meados dos anos 50, o serviço secreto norte-americano (CIA) havia comprado todo o estoque de LSD da Sandoz para usá-la como "droga da verdade".

Caducada a última patente da Sandoz, no início dos anos 60, a droga passou a ser consumida em massa. Ela era propagada pelos meios de comunicação e por escritores como Aldous Huxley. Artistas famosos, como Jimi Hendrix e os Beatles, ajudaram a criar o culto ao alucinógeno. O principal guru, no entanto, foi o professor norte-americano Timothey Leary, que considerava o LSD "um caminho imperial para uma nova consciência".

Não demorou até que surgissem as primeiras histórias de horror da subcultura psicodélica. Como a droga provoca alterações visuais, despersonalização e até a sensação de que se pode voar, ocorriam casos de suicídios em que dependentes de LSD saltavam de pontes e viadutos. Muitos acabaram internados em clínicas psiquiátricas, onde o LSD ainda é usado em doses mínimas como terapia.

Estudos científicos demonstraram que, mesmo depois de parar de consumir a droga, há um fenômeno de ação retardada (flash-back) que pode ter consequências graves. O excesso no consumo provoca a morte. As alterações de ânimo, do pensamento e, sobretudo, da percepção assemelham-se às verificadas na esquizofrenia.

Consciente dos problemas que acompanhariam sua descoberta, o químico Albert Hofmann dizia que o ideal seria termos duas vidas: uma com e outra sem LSD.

Albert Hofmann morreria de ataque cardíaco aos 102 anos de idade em abril de 2008.


Fonte: Ramón García-Ziemsen (gh) / DW, pelo Blog InovaBrasil

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Aulas de Yoga no Espaço do Grupo de práticas do budismo tibetano, em Maceió

Aula de Yoga com a professora Eliane Hatsumura (Especialista em Hatha Yoga pela UniFMU/SP, coordenado pelo Prof. Marcos Rojo. Foi instrutora no espaço
... Yoga Mitra / SP)

local: Espaço do Grupo de práticas do budismo tibetano Trashi Chekhor Ling

Turma inicial
Segundas e Quartas-feiras - 19 às 20h

Valor: R$ 70,00 (parte do valor será revertido para o desenvolvimento das atividades e manunteção do espaço)

Mais informações:

www.budismoalagoas.com

82 88789282

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Carta sobre a Felicidade (de Epicuro para Meneceu)

"Que ninguém hesite em se dedicar à filosofia enquanto jovem, nem se canse de fazê-lo depois de velho, porque ninguém jamais é demasiado jovem ou demasiado velho para alcançar a saúde do espírito. Quem afirma que a hora de dedicar-se à filosofia ainda não chegou, ou que ela já passou, é como se dissesse que ainda não chegou, ou que já passou a hora de ser feliz.

Desse modo, a filosofia é útil tanto ao jovem quanto ao velho: para quem está envelhecendo sentir-se rejuvenescer através da grata recordação das coisas que já se foram, e para o jovem poder envelhecer sem sentir medo das coisas que estão por vir; é necessário, portanto, cuidar das coisas que trazem a felicidade, já que, estando esta presente, tudo temos, e, sem ela, tudo fazemos para alcançá-la.

Pratica e cultiva então aqueles ensinamentos que sempre te transmiti, na certeza de que eles constituem os elementos fundamentais para uma vida feliz.

Em primeiro lugar, considerando a divindade como um ente imortal e bem-aventurado, como sugere a percepção comum de divindade, não atribuas a ela nada que seja incompatível com a sua imortalidade, nem inadequado à sua bem-aventurança; pensa a respeito dela tudo que for capaz de conservar-lhe felicidade e imortalidade.

Os deuses de fato existem e é evidente o conhecimento que temos deles; já a imagem que deles faz a maioria das pessoas, essa não existe: as pessoas não costumam preservar a noção que têm dos deuses. Ímpio não é quem rejeita os deuses em que a maioria crê, mas sim quem atribui aos deuses os falsos juízos dessa maioria.

Com efeito, os juízos do povo a respeito dos deuses não se baseiam em noções inatas, mas em opiniões falsas. Daí a crença de que eles causam os maiores malefícios aos maus e os maiores benefícios aos bons. Irmanados pelas suas próprias virtudes, eles só aceitam a convivência com seus semelhantes e consideram estranho tudo que seja diferente deles.

Acostuma-te à idéia de que a morte para nós não é nada, visto que todo o bem e todo o mal residem nas sensações, e a morte é justamente a privação das sensações. A consciência clara de que a morte não significa nada para nós proporciona a fruição da vida efêmera, sem querer acrescentar-lhe tempo infinito e eliminando o desejo de imortalidade.

Não existe nada de terrível na vida para quem está perfeitamente convencido de que não há nada de terrível em deixar de viver. É tolo portanto quem diz ter medo da morte, não porque a chegada desta lhe trará sofrimento, mas porque o aflige a própria espera: aquilo que não nos perturba quando presente não deveria afligir-nos enquanto está sendo esperado.

Então, o mais terrível de todos os males, a morte, não significa nada para nós, justamente porque, quando estamos vivos, é a morte que não está presente; ao contrário, quando a morte está presente, nós é que não estamos. A morte, portanto, não é nada, nem para os vivos, nem para os mortos, já que para aquele ela não existe, ao passo que estes não estão mais aqui. E, no entanto, a maioria das pessoas ora foge da morte como se fosse o maior dos males, ora a deseja como descanso dos males da vida.

O sábio, porém, nem desdenha viver, nem teme deixar de viver; viver não é um fardo e não-viver não é um mal.

Assim como opta pela comida mais saborosa e não pela mais abundante, do mesmo modo ele colhe os doces frutos de um tempo bem vivido, ainda que breve.

Quem aconselha o jovem a viver bem e o velho a morrer bem não passa de um tolo, não só pelo que a vida tem de agradável para ambos, mas também porque se deve ter exatamente o mesmo cuidado em honestamente viver e em honestamente morrer. Mas pior ainda é aquele que diz: bom seria não ter nascido, mas uma vez nascido, transpor o mais depressa possível as portas do Hades.

Se ele diz isso com plena convicção, por que não vai desta vida? Pois é livre para fazê-lo, se for esse realmente seu desejo; mas se o disse por brincadeira, foi frívolo em falar de coisas que brincadeira não admitem.

Nunca devemos nos esquecer de que o futuro não é nem totalmente nosso, nem totalmente não-nosso, para não sermos obrigados a esperá-lo como se estivesse por vir com toda a certeza, nem nos desesperarmos como se não estivesse por vir jamais.

Consideremos também que, dentre os desejos, há os que são naturais e os que são inúteis; dentre os naturais, há uns que são necessários e outros, apenas naturais; dentre os necessários, há alguns que são fundamentais para a felicidade, outros, para o bem-estar corporal, outros, ainda, para a própria vida. E o conhecimento seguro dos desejos leva a direcionar toda escolha e toda recusa para a saúde do corpo e para a serenidade do espírito, visto que esta é a finalidade da vida feliz: em razão desse fim praticamos todas as nossas ações, para nos afastarmos da dor e do medo.

Uma vez que tenhamos atingido esse estado, toda a tempestade da alma se aplaca, e o ser vivo, não tendo que ir em busca de algo que lhe falta, nem procurar outra coisa a não ser o bem da alma e do corpo, estará satisfeito. De fato, só sentimos necessidade do prazer quando sofremos sua ausência; ao contrário, quando não sofremos, essa necessidade não se faz sentir.

É por essa razão que afirmamos que o prazer é o início e o fim de uma vida feliz. Com efeito, nós o identificamos como o bem primeiro  e inerente ao ser humano, em razão dele praticamos toda escolha ou recusa, e a ele chegamos escolhendo todo bem de acordo com a distinção entre prazer e dor.

Embora o prazer seja nosso bem primeiro e inato, nem por isso escolhemos qualquer prazer: há ocasiões em que evitamos muitos prazeres, quando deles advêm efeitos o mais das vezes desagradáveis; ao passo que consideramos muitos sofrimentos preferíveis aos prazeres, se um prazer maior advier depois de suportarmos essas dores por muito tempo.

Portanto, todo prazer constitui um bem por sua própria natureza; não obstante isso, nem todos são escolhidos; do mesmo modo, toda dor é um mal, mas nem todas devem ser evitadas. Convém, portanto, avaliar todos os prazeres e sofrimentos de acordo com o critério dos benefícios e dos danos. Há ocasiões em que utilizamos um bem como se fosse um mal e, ao contrário, um mal como se fosse um bem.

Consideramos ainda a auto-suficiência um grande bem; não que devamos nos satisfazer com pouco, mas para nos contentarmos com esse pouco caso não tenhamos o muito, honestamente convencidos de que desfrutam melhor a abundância os que menos dependem dela; tudo o que é natural é fácil de conseguir; difícil é tudo o que é inútil.

Os alimentos mais simples proporcionam o mesmo prazer que as iguarias mais requintadas, desde que se remova a dor provocada pela falta: pão e água produzem o prazer mais profundo quando ingeridos por quem deles necessita.

Habituar-se às coisas simples, a um modo de vida não luxuoso, portanto, não só é conveniente para a saúde, como ainda proporciona ao homem os meios para enfrentar corajosamente as adversidades da vida: nos períodos em que conseguimos levar uma existência rica, predispõe o nosso ânimo para melhor aproveitá-la, e nos prepara para enfrentar sem temor as vicissitudes da sorte.

Quando então dizemos que o fim último é o prazer, não nos referimos aos prazeres dos intemperantes ou aos que consistem no gozo dos sentidos, como acreditam certas pessoas que ignoram o nosso pensamento, ou não concordam com ele, ou o interpretam erroneamente, mas ao prazer que é ausência de sofrimentos físicos e de perturbações da alma.

Não são, pois, bebidas nem banquetes contínuos, nem a posse de mulheres e rapazes, nem o sabor dos peixes ou das outras iguarias de uma mesa farta que tornam doce uma vida, mas um exame cuidadoso que investigue as causas de toda escolha e de toda rejeição e que remova as opiniões falsas em virtude das quais uma imensa perturbação toma conta dos espíritos.

De todas essas coisas, a prudência é o princípio e o supremo bem, razão pela qual ela é mais preciosa do que a própria filosofia ; é dela que originaram todas as demais virtudes; é ela que nos ensina que não existe vida feliz sem prudência, beleza e justiça, e que não existe prudência, beleza e justiça sem felicidade.

Porque as virtudes estão intimamente ligadas à felicidade, e a felicidade é inseparável delas.

Na tua opinião, será que pode existir alguém mais feliz do que o sábio, que tem um juízo reverente acerca dos deuses, que se comporta de modo absolutamente indiferente perante a morte, que bem compreende a finalidade da natureza, que discerne que o bem supremo está nas coisas simples e fáceis de obter, e que o mal supremo ou dura pouco, ou só nos causa sofrimentos leves? Que nega o destino, apresentado por alguns como o senhor de tudo, já que as coisas acontecem ou por necessidade, ou por acaso, ou por vontade nossa; e que a necessidade é incoercível, o acaso, instável, enquanto nossa vontade é livre, razão pela qual nos acompanham a censura e o louvor?

Mais vale aceitar o mito dos deuses, do que ser escravo do destino dos naturalistas: o mito pelo menos nos oferece a esperança do perdão dos deuses através das homenagens que lhes prestamos, ao passo que o destino é uma necessidade inexorável.

Entendendo que a sorte não é uma divindade, como a maioria das pessoas acredita (pois um deus não faz nada ao acaso), nem algo incerto, o sábio não crê que ela proporcione aos homens nenhum bem ou nenhum mal que sejam fundamentais para uma vida feliz, mas, sim, que dela pode surgir o início de grandes bens e de grandes males. A seu ver, é preferível ser desafortunado e sábio, a ser afortunado e tolo; na prática, é melhor que um bom projeto não chegue a bom termo, do que chegue a ter êxito um projeto mau.

Medita, pois, todas essas coisas e muitas outras a elas congêneres, dia e noite, contigo mesmo e com teus semelhantes, e nunca mais te sentirás perturbado, quer acordado, quer dormindo, mas viverás como um deus entre os homens. Porque não se assemelha absolutamente a um mortal o homem que vive entre bens imortais."

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Site gratuito criado pela USP ajuda médicos a prescrever medicamentos.

Portal médico oferece prontuário eletrônico

Foi divulgado pela Agência Fapesp que um dos problemas enfrentados pelos médicos é a prescrição de medicamentos. Estima-se que existam atualmente cerca de 11 mil apresentações de produtos no mercado.

Diante de tamanha oferta, torna-se difícil lembrar nomes de produtos, suas apresentações e complicações. Para auxiliar os médicos na prescrição de medicamentos, um grupo de profissionais formados pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e pela Universidade de São Paulo (USP) desenvolveu um portal de serviços médicos, o Portal Saúde Direta.

O Portal Saúde Direta – de uso livre e gratuito para os médicos – conta com um prontuário eletrônico de pacientes. Nele, encontram-se ferramentas prescricionais, banco de dados de medicamentos, análise automática de interações medicamentosas e impressão de receitas, entre outros serviços.

Se o médico prescrever um medicamento para um paciente idoso, por exemplo, e esse estiver usando vários medicamentos ao mesmo tempo, é possível detectar imediatamente qualquer interação entre as 155 mil possíveis que estão no banco de dados disponível.

O projeto é desenvolvido no Centro de Incubação de Empresas Tecnológicas da USP e surgiu a partir da criação da ONG Saúde Direta, em 2003.

Mais informações: www.saudedireta.com.br/site

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Palestra sobre JIN SHIN JYUTSU® - Como alternativa terapêutica na vida moderna

Arte milenar japonesa relembrada para humanidade pelo mestre JIRO MURAI, trabalha a energia vital nos três níveis, físico, mental e emocional, regenerando-a com de toques suaves através dos caminhos energéticos formados por conexões entre 26 áreas localizadas em cada lado do corpo.

A prática do JIN SHIN JYUTSU fortalece o sistema imunológico e promove bem estar, qualidade de vida e alívio nas diferentes situações desarmônicas, que a vida moderna impõe ao Ser humano, desencadeando na materialização de rótulos mais ou menos assustadores como: câncer, doenças cardíacas, síndrome do pânico, stress, resfriado ou uma simples indisposição.

Sobre a palestrante:

Lucia de Fátima Costa Pereira é “Practtioner” credenciada pela "Jin Shin Jyutsu Inc. of Scotsdalle, Arizona E.U.A." Engenheira Civil, formada pela Universidade Católica de Pernambuco. Em 1978 com especialização em Saúde Pública pela Fio Cruz – RJ.
Local: Auditório do Museu Théo Brandão
Dia: 12 de maio as 19hs.
Entrada: 1kg de alimento não perecível
Maiores informações: 9331 6649 / 8878 1465

Fonte: email do Turismólogo Ernani Viana.
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