quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Exposição de pinturas Diálogos Latinoamericanos: Mario Enrique Gonzalez – Marlez, da Argentina, e Marcos Aurélio, do Brasil, integra programação do III Seminário de Internacionalização da Ufal – Cultura, Memória, Globalização
Às 19h do dia 11, no Museu Théo Brandão, será realizado o coquetel de abertura da exposição de pinturas PMGCA Diálogos Latinoamericanos: Mario Enrique Gonzalez - Marlez/Argentina e Marcos Aurélio/Brasil. Mais informações pelo site.
A exposição traz para Alagoas o artista plástico argentino Mario Enrique Gonzalez - Marlez, renomado por retratar temas brasilianistas em suas pinturas.
Críticos de arte como a paulista Mali Frota Villas-Bôas afirmam que a obra de Marlez se “impõe pela audácia da composição, pelo lirismo da linguagem, e pela emoção da cor, desenvolvida com vigor e individualidade na sua poética visual contemporânea”.
Nascido na Argentina o artista mora hoje no Brasil, onde desenvolve seus personagens, homens e mulheres com vida e energia em típicas cenas brasileiras. Marlez vem a Alagoas especialmente a convite da organização do evento.
A exposição permanece no Museu até 30 de novembro e é realizada pela Assessoria de Intercâmbio Internacional (ASI) e pelo Programa de Melhoramento Genético da Cana-de-Açúcar (PMGCA) da Ufal.
Ao lado de Marlez, a exposição faz um resgate da obra do pintor alagoano Marcos Aurélio. Alagoano, Marcos Aurélio se iniciou no universo das artes plásticas como aluno do Ateliê Livre da Fundação Pierre Chalita, em Maceió, nos idos de 1985.
De lá para cá, já participou de diversas exposições, individuais e coletivas, no circuito cultura alagoano e nordestino. Suas telas de temática abstrata integram o acervo de instituições culturais alagoanas como a Universidade Federal de Alagoas.
A abertura da exposição de pinturas PMGCA Diálogos Latino-Americanos: Mario Enrique Gonzalez - Marlez/Argentina e Marcos Aurélio/Brasil, com presença dos artistas expositores, ocorre no Museu Théo Brandão situado na avenida da Paz, 1490, Centro, Maceió.
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Pastoril invade projeto Engenho de Folguedos nesta quarta, 3.
Nesta quarta-feira, o pastoril Menino Jesus, do bairro da Cambona, abre os trabalhos.
O Engenho de Folguedos, iniciativa da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), que apresenta os diversos movimentos culturais alagoanos, traz neste mês de novembro o projeto “Viva o Natal”, que reúne grupos de pastoril. A primeira apresentação acontece nesta quarta-feira, 3, no pátio do Museu Palácio Floriano Peixoto, a partir das 20h.
O “Viva o Natal” pretende despertar a sociedade para o valor das tradições populares, estimulando a preservação do folguedo (pastoril) como grande tradição natalina, oportunizando e incentivando a criação de novos grupos.
Abrindo os festejos, o pastoril Menino Jesus, do bairro da Cambona, abre a programação do III Encontro de Pastoris. Criado em 1997, por Jeanne D’arc e suas amigas, o grupo pretendia homenagear e relembrar a beleza do Pastoril da Catedral, coordenado por D. Edna Vasconcelos nos anos 80. Após um ano de trabalho, houve um afastamento de suas amigas e o seu esposo, José Vanildo assumiu a coordenação do grupo até hoje.
Segundo Jeanne D’arc, atualmente filhas e sobrinhas, além de amigas fazem parte do grupo. “Com muita amizade, fé em Deus e perseverança, nosso pastoril tem se mantido vivo até hoje. Tenho o prazer e a satisfação de contribuir com a cultura popular alagoana”, ressalta Jeanne.
Durante todo o mês de novembro, a Secult com o apoio da Associação dos Folguedos de Populares de Alagoas (Asfopal), apresentam dois grupos de pastoris toda quarta-feira – sempre grupos da capital e do interior.
O folguedo - O pastoril é um dos mais conhecidos e difundidos folguedos natalinos de Alagoas. É uma fragmentação dos presépios, já conhecidos no século XVI, quando eram dramatizados nos salões da realeza portuguesa. Os presépios foram evoluindo, dando origem aos pastoris, com jornadas soltas, canções e danças religiosas e profanas, acompanhados por instrumentos de corda, sopro e percussão. E, somente, as pastoras acompanham com o auxílio do pandeiro.
Os personagens são a mestra e a contra mestra, encabeçando as cordões encarnado e azul, respectivamente, e a Diana, além as figuras, da cigana, da florista, o velho Simão, a borboleta, os dois pastores e o anjo.
Mas, cada pastoril tem sua beleza particular, variando de acordo com o modo de cada mestre ou coordenado, mas sempre formando cantos faz louvação ao nascimento do menino Jesus.
Fonte: Agência Alagoas
O “Viva o Natal” pretende despertar a sociedade para o valor das tradições populares, estimulando a preservação do folguedo (pastoril) como grande tradição natalina, oportunizando e incentivando a criação de novos grupos.
Abrindo os festejos, o pastoril Menino Jesus, do bairro da Cambona, abre a programação do III Encontro de Pastoris. Criado em 1997, por Jeanne D’arc e suas amigas, o grupo pretendia homenagear e relembrar a beleza do Pastoril da Catedral, coordenado por D. Edna Vasconcelos nos anos 80. Após um ano de trabalho, houve um afastamento de suas amigas e o seu esposo, José Vanildo assumiu a coordenação do grupo até hoje.
Segundo Jeanne D’arc, atualmente filhas e sobrinhas, além de amigas fazem parte do grupo. “Com muita amizade, fé em Deus e perseverança, nosso pastoril tem se mantido vivo até hoje. Tenho o prazer e a satisfação de contribuir com a cultura popular alagoana”, ressalta Jeanne.
Durante todo o mês de novembro, a Secult com o apoio da Associação dos Folguedos de Populares de Alagoas (Asfopal), apresentam dois grupos de pastoris toda quarta-feira – sempre grupos da capital e do interior.
O folguedo - O pastoril é um dos mais conhecidos e difundidos folguedos natalinos de Alagoas. É uma fragmentação dos presépios, já conhecidos no século XVI, quando eram dramatizados nos salões da realeza portuguesa. Os presépios foram evoluindo, dando origem aos pastoris, com jornadas soltas, canções e danças religiosas e profanas, acompanhados por instrumentos de corda, sopro e percussão. E, somente, as pastoras acompanham com o auxílio do pandeiro.
Os personagens são a mestra e a contra mestra, encabeçando as cordões encarnado e azul, respectivamente, e a Diana, além as figuras, da cigana, da florista, o velho Simão, a borboleta, os dois pastores e o anjo.
Mas, cada pastoril tem sua beleza particular, variando de acordo com o modo de cada mestre ou coordenado, mas sempre formando cantos faz louvação ao nascimento do menino Jesus.
Fonte: Agência Alagoas
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