domingo, 7 de novembro de 2010

Sou da tribo do tambor

Composição: Rodrigo Maranhão

Minha batucada não tem cor
Sou da tribo do tambor
Pra rimar na embolada, desafio o cantador
No baque sou da virada
Bato o surdo tremedor

E o maracatu avisa
Que o maracatu chegou!

Minha batucada não tem cor
Sou da tribo do tambor
Pra rimar na embolada, desafio o cantador
No baque sou da virada
Bato o surdo tremedor

E o maracatu avisa
Que o maracatu chegou!

E chegou o rei da congada, pra rezar de madrugada
Na porta do meu amor, na porta do meu amor
Com seu vestido de chita, e com mais dois laços de
fita
Pra zombar da minha dor
Boto fé na batucada, que me leva na levada, junto do
meu pessoal
Batuqueiro de primeira
Vira surdo terceira, coisa natural

Minha batucada não tem cor
Sou da tribo do tambor
Pra rimar na embolada, desafio o cantador
No baque sou da virada
Bato o surdo tremedor

E o maracatu avisa
Que o maracatu chegou!

Minha batucada não tem cor
Sou da tribo do tambor
Pra rimar na embolada, desafio o cantador
No baque sou da virada
Bato o surdo tremedor

E o maracatu avisa
Que o maracatu chegou!

Meu batuque guerreiro
Eu vou levar
Meu batuque guerreiro
Vai me levar

Meu batuque guerreiro
Eu vou levar
Meu batuque guerreiro
Vai me levar

Por Você

Composição: Roberto Frejat / Guto Goffi / Mauro Santa Cecília

Por Você eu dançaria tango no teto
Eu limparia os trilhos do metrô
Eu iria a pé do Rio à Salvador...

Eu aceitaria a vida como ela é
Viajaria a prazo pro inferno
Eu tomaria banho gelado no inverno...

Por Você!
Eu deixaria de beber
Por Você!
Eu ficaria rico num mês
Eu dormiria de meia prá virar burguês...

Eu mudaria até o meu nome
Eu viveria em greve de fome
Desejaria todo o dia a mesma mulher...

Por Você!
Conseguiria até ficar alegre
Pintaria todo o céu de vermelho
Eu teria mais herdeiros que um coelho..

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Para começar bem o final de semana: Poeminha Sentimental de Mário Quintana.

O meu amor, o meu amor, Maria
é como um fio telegráfico da estrada
aonde vêm pousar as andorinhas…
De vez em quando chega uma e canta
(não sei se as andorinhas cantam, mas vá lá!)
canta e vai-se embora
outra, nem isso,
mal chega, vai-se embora.
A última que passou limitou-se a fazer coco
no meu pobre fio de vida.
No entanto, Maria, o meu amor é sempre o mesmo:
As andorinhas é que mudam.
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