segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Uma noite no Tabariz
Com uma mistura de ritmos os personagens narram a boemia do bairro Jaraguá, em Maceió, retratando cenas que entrelaçam prostitutas e seus amantes de maneira inusitada, cantando e atuando suas próprias vidas.
O espetáculo aborda com sutileza questões sociais que envolvem os dramas e as alegrias dos personagens, suas angústias, confusões, seus conflitos e emoções que se estendem e encantam, tanto quem viveu no início da formação dos bordéis da cidade, quanto os interessados em conhecer essa realidade tão pouco mostrada com uma beleza poética original e a uma musicalidade diversificada.
O espetáculo, da Cia. do Chapéu, traz os atores: Fabrício Barros, Joelle Malta, Jonatha Albuquerque, Laís Lira, Magnun Angelo, Wallisson Melquisedec e Tácia Albuquerque, que também é responsável pela direção, e os músicos André Cavalcanti e Natalhinha Marinho, com texto de Luiz Sávio de Almeida e música de Mácleim.
Pablo Young
Produtor Cultural / Maceió-AL
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Uma dica de leitura para quem pesquisa sobre deficiência
"Queridos Amigos,
Após vários anos ensaiando esse projeto, escrevi o meu livro de memórias, O CASO DO TIPÓGRAFO - Crônicas das minhas memórias".
Acaba de ser publicado pela Giz Editorial e pode ser encontrado tanto no site da editora www.gizeditorial.com.br, quanto na rede da Livraria Cultura, tendo uma versão em e-Book para pessoas com deficiencia visual ou àqueles que gostam de ler no computador. Abaixo há uma resenha sobre a obra.
Fico feliz por dividir mais essa obra com vocês e deixo um carinhoso abraço a todos!"
Emilio Figueira
Site: www.emililofigueira.com
Blog: http://blog.emiliofigueira.com
O CASO DO TIPÓGRAFO
Nesta autobiografia, Emílio Figueira narra ao longo de 224 páginas suas aventuras nas mais diversas situações e áreas de atuação. Após ter adquirido paralisia cerebral durante o seu nascimento no final dos anos 1960, conta-nos na primeira parte da obra como foram seus tratamentos em uma época em que a medicina da reabilitação dava os seus primeiros passos no Brasil. Aos onze anos, segunda parte, foi morar em uma pequena cidade de interior, onde teve o seu real desenvolvimento por meio de tantas aventuras e amizades, além de sua descoberta definitiva para o mundo das letras, principalmente para o jornalismo. Na terceira parte, fala como teve que se adaptar a viver numa cidade grande como Bauru, buscando o seu espaço profissional, vivendo longos anos dedicados às pesquisas científicas até chegar à conquista do diploma de psicólogo. Após voltar à residir em São Paulo, na quarta parte do livro, dedica-se há uma autoavaliação de sua trajetória até se decidir ser um futuro psicanalista. O cronista Ângelo Anccilotto, que assina o prefácio da obra, diz em certo trecho: “Em sua narrativa, Emílio não se poupa, revelando-se nas mais diversas situações, de sucesso ou de fracasso, de sonho ou de desencanto. Daí surge um livro encorpado, sem artificialidades, porque nossa alma é assim mesmo, enigma que faz conviver o acontecido e o imaginado, tendo ambos o mesmo poder traumático e o mesmo pé de realidade”.
SOBRE O AUTOR
Emílio Figueira têm dezenove obras editadas, 43 artigos científicos publicados no Brasil e exterior, autor de oito peças teatrais e alguns roteiros de filmes e televisão. Foi jornalista por dez anos, formou-se em Psicologia, pós-graduado em Educação e cursa Doutorado Profissional em Psicanálise.quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Unicamp digitaliza 100% do seu acervo de teses e dissertações.
“Até o momento foram 4,3 milhões de downloads. A maior média é da área de humanidades e artes, com 1,6 milhão de downloads e 7.705 teses, média de 217 cópias por pesquisa. A média geral, considerando todas as áreas, é de 143 downloads por tese”, disse Luiz Atílio Vicentini, coordenador da Biblioteca Central Cesar Lattes e do Sistema de Bibliotecas da Unicamp.
Em 2005 houve um "boom" nos acessos. Isso ocorreu em razão de o serviço ter sido indexado para o Google. “De 1 milhão naquele ano, a quantidade de visitas foi para mais de 3 milhões em 2006; em 2008 foram 6,5 milhões de acessos e, este ano, já temos mais de 5 milhões. Registramos picos de 30 mil visitas por dia”, disse Vicentini ao portal da universidade.
http://libdigi.unicamp.br